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Última modificação outubro 23, 2026

27 endereços para comer macarrão em São Paulo

No Dia Mundial do Macarrão, descubra lugares com massas frescas, receitas clássicas e rodízios

ana paula
Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços Espaguete ao sugo com manjericão e parmesão: tradicional | Foto: Kritchai Chaibangyang/GettyImages

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    São Paulo reúne cantinas tradicionais, rodízios e casas que fazem massa fresca. Para marcar o Dia Mundial do Macarrão, celebrado em 25 de outubro, o Viva a Cidade selecionou 29 endereços na capital e na Grande São Paulo.

    A data foi criada em 1995, durante o 1º Congresso Mundial da Massa (World Pasta Congress), em Roma. No Brasil, passou a fazer parte do calendário em 1998, por iniciativa da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi).

    O país está entre os maiores consumidores de macarrão do mundo. Segundo a Abimapi, com dados da NielsenIQ, as massas alimentícias faturaram R$ 15,5 bilhões no Brasil em 2025, alta de 2,9% em relação ao ano anterior.

    O macarrão se popularizou em São Paulo com a chegada dos imigrantes italianos, no fim do século 19, e se espalhou a partir das cantinas do Bixiga, do Brás e da Mooca.

    Da China à Itália

    A origem do macarrão ainda divide historiadores. O registro mais antigo foi encontrado no sítio arqueológico de Lajia, no noroeste da China: fios de massa feitos de painço, preservados sob uma tigela de cerâmica virada por cerca de 4 mil anos. O achado foi publicado na revista Nature em 2005.

    Na Itália, a massa seca ganhou escala com os árabes, que dominaram a Sicília entre os séculos 9 e 11. Em 1154, o geógrafo Al-Idrisi descreveu a fabricação de itriyya, uma massa em fios, na cidade de Trabia. O produto era exportado para outras partes do Mediterrâneo.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Talharim na manteiga com parmesão | Foto: WS-Studio/GettyImages

    A versão de que Marco Polo teria levado o macarrão da China para Veneza, no fim do século 13, é considerada um mito pelos historiadores. A história se popularizou nos Estados Unidos nos anos 1920, impulsionada pela indústria de massas.

    Foi em Nápoles, a partir do século 17, que o macarrão virou comida de rua e de todo dia. A produção de massa seca se expandiu na região, e os napolitanos ganharam o apelido de mangiamaccheroni, os comedores de macarrão.

    Formatos e tipos

    A primeira divisão é entre massa fresca e seca. A fresca costuma levar farinha de trigo e ovos e cozinhar em menos tempo. A seca costuma ser feita com sêmola de trigo duro e água, e tende a manter a textura firme após o cozimento.

    Longas: espaguete, linguine (achatado), bucatini (com um furo no centro) e tonnarelli (de corte quadrado, usado no cacio e pepe). Combinam com molhos de azeite, tomate ou queijo.

    Em fita: fettuccine, tagliatelle e pappardelle, em ordem crescente de largura. Pedem molhos mais densos, como ragus de carne.

    Curtas: penne, rigatoni, fusilli, paccheri e cavatelli. Os furos, ranhuras e espirais ajudam a reter o molho.

    Recheadas: ravióli, cappelletti, tortellini, agnolotti e o pequeno plin, do Piemonte. Os recheios vão de queijos e carnes a legumes e frutos do mar.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Penne à bolonhesa: tubos curtos seguram o molho | Foto: Kritchai Chaibangyang/GettyImages

    Orientais: o lámen japonês, o yakissoba e o japchae coreano, feito com amido de batata-doce, mostram que o macarrão também seguiu caminhos próprios na Ásia.

    Para celebrar a data, o Viva a Cidade reuniu endereços na capital e na Grande São Paulo, entre cantinas tradicionais, rodízios e casas de massa fresca.

    Cantinas

    Cantina Roperto

    Primeira cantina a se instalar na Rua Treze de Maio, a Roperto abriu as portas em 1942 e continua sob o comando da família fundadora. O cardápio tem raízes calabresas e foi montado a partir das receitas da ‘bisnonna’ Rosa Maria e do filho dela, Humberto.

    Entre os pratos mais pedidos estão o fusilli ao sugo e a lasanha à bolonhesa, dois clássicos do almoço de domingo no bairro.

    Onde: Rua Treze de Maio, 634 – Bela Vista
    Horário: segunda, das 11h30 às 22h; terça a quinta e domingo, das 11h30 às 23h; sexta e sábado, das 11h30 à 0h
    Reservas: (11) 3288-2573
    @emporioroperto

    Famiglia Mancini

    Walter Mancini abriu a cantina em maio de 1980 na Rua Avanhandava, que hoje reúne outras casas do grupo, como pizzaria e restaurante com música ao vivo.

    O salão é decorado com máscaras venezianas, espelhos, retratos de família e centenas de fotos autografadas por artistas que frequentam o endereço. Na parte de massas, o espaguete com frutos do mar está entre os pratos mais conhecidos.

    Onde: Rua Avanhandava, 81 – Bela Vista
    Horário: todos os dias, a partir das 11h30
    @famigliamancini_oficial

    Cantina C…Que Sabe!

    A casa nasceu em 1931 como Mamma Rosa, cozinha doméstica em que Rosa Stippe preparava refeições para imigrantes italianos do Bixiga. O marido dela, Francesco, havia sido cozinheiro do conde Matarazzo.

    O nome atual veio de uma resposta da mãe do chef Bruno Stippe, à frente da cozinha desde 1994, quando o marido perguntou onde a família almoçaria: “Cê que sabe”. Massas, molhos e sobremesas são feitos na casa, e o salão tem música ao vivo. O polpettone recheado e o fettuccine Raul Gil estão entre os pratos mais citados pelos clientes.

    Onde: Rua Rui Barbosa, 192 – Bela Vista
    Horário: domingo a quinta, das 12h às 22h30; sexta e sábado, das 12h às 23h30
    @cantinacquesabe

    Cantina Gigio

    Em Pinheiros, a cantina segue com as mesmas receitas desde os anos 1980, quando passou para a atual administração. Os molhos de tomate são preparados diariamente e as porções são fartas.

    Entre os pratos mais pedidos pelos frequentadores estão a lasanha tradicional, o fusilli à calabresa e o penne com frango.

    Onde: Rua dos Pinheiros, 355 – Pinheiros
    Horário: domingo a quinta, das 11h30 às 22h; sexta e sábado, das 11h30 à 0h
    Reservas: (11) 3069-9000
    @cantinagigio

    Don Carlini Ristorante

    Num casarão da Baixa Mooca desde 1985, o restaurante está nas mãos da mesma família há quatro gerações. O atendimento é à la carte, com opção de bufê.

    A massa de assinatura é o sorrentini, recheado e criado na própria cozinha. A versão com muçarela de búfala é a mais conhecida. Nas últimas sextas-feiras do mês, o Mooca Mia! junta jantar e música italiana ao vivo.

    Onde: Rua Dona Ana Neri, 265 – Mooca
    Horário: segunda a quinta, das 12h às 15h; sexta, das 12h às 15h30 e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 17h
    Valor: sorrentini de muçarela de búfala, R$ 58
    @doncarlinimooca

    La Pergoletta

    Na Rua Itapura, no Tatuapé, a trattoria abriu em 2002 como casa de massas e depois ganhou um restaurante anexo. As massas são feitas artesanalmente.

    O forno a lenha prepara assados como vitela, cordeiro, coelho e pato. O salão lembra um almoço de domingo em família.

    Onde: Rua Itapura, 1.478 – Tatuapé
    Horário: segunda, das 11h30 às 15h e das 19h às 23h; terça a sábado, das 11h às 15h e das 19h às 23h; domingo, almoço a partir das 11h30
    @lapergolettaristorante

    Dona Carmela

    Aberto em 2002 em Santana, o restaurante foi criado por Antonio em homenagem à mãe, Carmela, nascida na Itália. As massas frescas são produzidas diariamente.

    No cardápio aparecem a mezzaluna de ricota ao limão, o nhoque com braciola e o polpettone com espaguete. A rotisseria da família, na Rua Carlos Escobar, 41, vende as massas para preparar em casa.

    Onde: Rua Doutor César, 944 – Santana
    Horário: segunda a quinta, das 11h30 às 15h e das 18h30 às 23h; sexta e sábado, das 11h30 às 15h e das 18h30 às 23h30; domingo, das 11h30 às 17h e das 18h30 às 22h
    Reservas: (11) 2283-2458
    @donacarmela

    Trattoria do Guappo

    No Shopping Center Norte, na Vila Guilherme, a trattoria trabalha com bufê. Há massas com molhos à escolha, saladas, frango, peixe, carne bovina, pizza e sobremesa.

    Onde: Travessa Casalbuono, 120, loja 410 (Shopping Center Norte) – Vila Guilherme
    Horário: segunda, das 12h às 17h; terça a sexta, das 12h às 22h; sábado e domingo, das 11h30 às 22h
    Reservas: (11) 2252-2000
    @trattoriadoguappo

    La Cantina – Cucina Italiana

    Em funcionamento desde 1990 no bairro Jardim, em Santo André, a cantina é administrada pela mesma família. Quase todas as massas são feitas à mão. As exceções são o penne e o conchiglione.

    Parte dos pratos leva o nome de clientes antigos, como o penne à A.J. Monte. O tortelloni de massa verde, recheado com ricota e nozes, vem ao molho quatro queijos. No almoço executivo, há espaguete, taglierini e nhoque.

    Onde: Rua Padre Manoel de Paiva, 66 – Jardim, Santo André
    Horário: terça a sexta, das 11h30 às 15h e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 17h
    @lacantina_cucinaitaliana

    Maremonti 

    A rede paulistana de cozinha italiana tem unidade no Shopping Iguatemi Alphaville, em Barueri. O nome junta mar e montanha, referência aos ingredientes do litoral e do campo que aparecem no cardápio.

    As massas frescas são preparadas diariamente. O spaghetti Maremonti e a carbonara dividem a mesa com pizzas napolitanas.

    Onde: Alameda Rio Negro, 111 (Shopping Iguatemi Alphaville) – Alphaville, Barueri
    Horário: segunda a quinta, das 12h às 15h e das 18h às 22h; sexta a domingo, das 12h às 22h
    Reservas: (11) 4688-1160
    @maremonti_

    Rodízios de massas

    Cantina D’Irene

    No Alto da Mooca, na zona leste, a casa trabalha há quase dez anos apenas com rodízio. São cerca de 20 pratos entre massas, risotos e carnes. O polpettone recheado é o item mais elogiado pelos clientes.

    O preço inclui couvert de pães e uma sobremesa, normalmente cannoli. A decoração faz referência à história do bairro, um dos principais destinos dos imigrantes italianos em São Paulo.

    Onde: Rua Padre Raposo, 433 – Alto da Mooca
    Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 19h às 22h30; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 22h30; domingo, das 12h às 16h
    Valor: entre R$ 80 e R$ 100 por pessoa
    @cantinadirene

    Cantina Luna di Capri

    Na Rua Martinho Prado, a cantina serve rodízio todos os dias da semana. Os domingos entraram na programação no fim de 2024.

    São oito massas, entre elas espaguete à bolonhesa, capeletti de carne à amatriciana, ravióli de ricota ao molho rosé, nhoque com calabresa e lasanha de presunto e queijo. Acompanham frango a passarinho e pão italiano com manteiga. Quem não come carne pode pedir molho sugo, branco ou alho e óleo.

    Onde: Rua Martinho Prado, 187 – Bela Vista
    Horário: segunda a quinta, das 11h30 às 15h e das 18h30 às 22h30; sexta, das 11h30 às 15h e das 18h30 às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo e feriados, das 12h às 22h30
    Reservas: (11) 3258-6673 | (11) 3258-7768
    Valor: R$ 58,90 por pessoa de segunda a sexta; R$ 68,90 aos sábados, domingos e feriados
    @cantinalunadicapri

    Massas frescas e autorais

    Manduque Massas

    Dentro do Mercado de Pinheiros, o balcão dos chefs Mari Adania e Fábio Sinbo serve massas frescas feitas artesanalmente.

    O linguine pomodoro leva molho de tomate, parmesão, manteiga e manjericão. Para quem prefere algo mais encorpado, o pappardelle vem com ragu de pato cozido lentamente no vinho branco.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Linguine pomodoro, do Manduque Massas | Foto: Elvis Fernandes/divulgação

    Onde: Rua Pedro Cristi, 89 (Mercado de Pinheiros) – Pinheiros
    Horário: segunda a sábado, das 11h às 18h
    Valor: linguine pomodoro, R$ 55; pappardelle com ragu de pato, R$ 68. Aceita VR
    @manduque.massas

    Shihoma Pasta Fresca

    O chef Marcio Shihomatsu começou vendendo massas por encomenda antes de abrir o salão na Vila Madalena, onde hoje divide a cozinha com Joseph Lim. As massas são abertas à mão todos os dias.

    O tortelli di gamberi, de massa fina recheada com camarão-rosa e servido na manteiga, está no cardápio desde a inauguração. A casa tem o selo Bib Gourmand do Guia Michelin, dado a restaurantes com boa relação entre preço e qualidade, e permite levar o próprio vinho.

    Onde: Rua Medeiros de Albuquerque, 431 – Vila Madalena
    Horário: terça a sábado, das 12h às 15h e das 18h30 às 23h. Fecha domingo e segunda
    Reservas: (11) 3819-2333
    @pastashihoma

    Marena Cucina

    Aberto em dezembro de 2024 no Itaim Bibi, o restaurante se inspira na cozinha da Puglia, no sul da Itália. Todas as massas saem do pastifício da própria casa.

    O tonnarelli cacio e pepe é finalizado com pecorino e pimenta-do-reino. Já o ‘battutini’ é recheado com polenta de sêmola, cogumelos e crudo de angus.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    ‘Batuttini’, Marena Cucina | Foto: Rodolfo Regiani/divulgação

    Onde: Rua Pais de Araújo, 138 – Itaim Bibi
    Horário: segunda a quarta, das 11h45 às 15h e das 18h30 às 23h; quinta, das 11h45 às 15h e das 18h30 à 0h; sexta, das 11h45 às 16h e das 19h à 0h; sábado, das 12h às 16h30 e das 19h à 0h; domingo, das 12h às 18h
    Reservas: (11) 91462-2852
    Valor: tonnarelli cacio e pepe, R$ 115; battutini Demasa, R$ 129
    @marenacucina

    Marmotta Pasta Bar

    Numa esquina do Itaim Bibi, a casa divide o cardápio entre pizzas de longa fermentação, massas frescas e coquetéis de inspiração italiana.

    O cavatelli di polpo é preparado à amatriciana, com pancetta defumada, molho de tomate, pecorino e uma emulsão crocante de nduja, embutido picante da Calábria. O tortelloni recheado com ragu à bolonhesa recebe demi-glace, fonduta de grana padano e furikake de cebola frita.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Tortelloni à bolonhesa, do Marmotta Pasta Bar | Foto: Ricardo D’Angelo/divulgação

    Onde: Rua Manoel Guedes, 281 – Itaim Bibi
    Horário: terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h às 17h e das 19h à 0h; domingo, das 12h às 17h
    Valor: cavatelli di polpo, R$ 129; tortelloni alla bolognese, R$ 96
    @marmottapastabar

    Donna

    No Jardim Paulista, o chef André Mifano assina um cardápio que reinterpreta receitas clássicas italianas.

    O espaguete fresco com ovas é feito na manteiga e finalizado com bottarga defumada, gema e ovas de mujol. Outra opção é o espaguete com linguiça produzida na casa, molho pomodoro e erva-doce.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Espaguete fresco com ovas e gema, do Donna | Foto: Rodolfo Regini/divulgação

    Onde: Rua Peixoto Gomide, 1815 – Jardim Paulista
    Horário: segunda a quinta, das 19h às 22h45; sexta, das 19h às 23h; sábado, das 13h às 15h30 e das 19h30 às 22h45
    Reservas: (11) 97593-9047
    Valor: espaguete fresco com ovas, R$ 119; espaguete com linguiça, R$ 89
    @restaurantedonna_

    Mata Città

    Instalado no complexo Mata São Paulo, na Bela Vista, o italiano tem salões ligados por uma ambientação que remete ao Mediterrâneo. O menu de massas passa por diferentes regiões do país.

    Do Piemonte vem o agnolotti dal plin, recheado com carne e servido com creme de parmesão e demi-glace. O linguine leva camarões, abobrinha, creme de leite, parmesão e pimenta-caiena.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Linguine com camarão e abobrinha, do Mata Città | Foto: divulgação

    Onde: Alameda Rio Claro, 260 (Mata São Paulo) – Bela Vista
    Horário: segunda a quarta, das 12h às 15h e das 19h às 22h; quinta e sexta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 16h e das 19h às 22h
    Valor: agnolotti dal plin, R$ 125; linguine al gambero e zucchini, R$ 110
    @matacitta

    Ristorantino

    O italiano da Rua Doutor Melo Alves trabalha com receitas clássicas e uma adega de mais de 150 rótulos, a maioria de vinhos europeus.

    O cacio e pepe é feito com tonnarelli, pecorino e pimenta-do-reino moída. A carbonara leva ovo caipira, pancetta e queijo de ovelha.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Carbonara com pancetta, do Ristorantino | Foto: Renan Magalhães/divulgação

    Onde: Rua Doutor Melo Alves, 674 – Jardins
    Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 19h à 0h; sábado, das 12h às 17h e das 19h à 0h; domingo, das 12h às 17h e das 19h às 22h
    Reservas: (11) 3063-0977
    Valor: cacio e pepe della casa, R$ 145; carbonara, R$ 149
    @ristorantino_

    Fasano

    O restaurante que dá nome ao grupo funciona dentro do Hotel Fasano e é o endereço mais caro do roteiro.

    O fettuccine ao alho, azeite e pimenta é servido com ouriço-do-mar e enguia grelhada. O tagliatelle com cogumelos porcini leva creme de grana padano. Todas as massas podem ser trocadas por versões integrais ou sem glúten.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Fettuccine com ouriço e enguia, do Fasano | Foto: Bruno Geraldi/divulgação

    Onde: Rua Vittorio Fasano, 88 (Hotel Fasano) – Jardim Paulista
    Horário: segunda a quarta, das 19h à 0h; quinta a sábado, das 19h à 1h; domingo, das 12h às 17h
    Reservas: (11) 3896-4000
    Valor: fettuccine, R$ 267; tagliatelle com porcini, R$ 320; couvert, R$ 58
    @fasano

    Parigi

    Também do Grupo Fasano, o Parigi, na Rua Amauri, mistura referências das cozinhas italiana e francesa.

    O tortelli de polvo vem com tomate-cereja, alcaparras e azeitonas pretas. O spaghettini profondo mare reúne lula, camarão e vôngole ao molho de tomate.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Tortelli de polvo, do Parigi | Foto: Bruno Geraldi/divulgação

    Onde: Rua Amauri, 275 – Jardim Europa
    Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 19h à 0h; sábado, das 19h à 0h; domingo, das 12h às 17h
    Reservas: (11) 3896-4111
    Valor: tortelli de polvo, R$ 159; spaghettini profondo mare, R$ 250
    @fasano

    Il Capitale

    Na Oscar Freire, parte das massas é finalizada na panela e servida direto no prato do cliente.

    É o caso do cacio e pepe, com espaguete, pecorino romano e pimenta moída na hora, e da carbonara com ovo caipira e guanciale. O paccheri, formato napolitano, vem ao molho de três tomates.

    Onde: Rua Oscar Freire, 600 – Jardins
    Horário: almoço: segunda a quinta, das 12h às 15h30; sexta, das 12h às 16h; sábado, das 12h às 16h30; domingo, das 12h às 17h45. Jantar: segunda a sábado, das 19h às 23h30 (segunda até 22h30)
    Reservas: (11) 97832-3460
    Valor: cacio e pepe e carbonara, R$ 98 cada; paccheri del Capitale, R$ 92
    @ilcapitale

    Casa Santo Antônio

    Aberta em 2013 num casarão dos anos 1960 na Granja Julieta, a casa tem vários salões, bar, terraço e cozinha envidraçada. Está entre os restaurantes selecionados pelo Guia Michelin no Brasil em 2026.

    As massas frescas são produzidas no local e recheadas na hora do pedido. O spaghetti alla carbonara é o prato destacado pelo guia. De terça a sexta, o almoço executivo tem opções que mudam com frequência.

    Onde: Avenida João Carlos da Silva Borges, 764 – Granja Julieta
    Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 17h
    Reservas: (11) 4328-6205
    @casasantoantonio

    La Pasta Gialla Moema

    A rede ligada ao chef Sergio Arno trabalha com massas frescas feitas nas próprias cozinhas. A unidade de Moema fica na Alameda dos Arapanés.

    Até 31 de outubro, o cardápio traz o tagliatelle de hibisco, de cor rosa, em apoio ao Instituto Oncoguia. A massa sai em três versões: com camarões ao molho Alfredo e raspas de limão-siciliano, com creme de cogumelos e burrata ou com creme de gorgonzola e iscas de filé-mignon.

    Onde: Alameda dos Arapanés, 1.004 – Moema
    Horário: segunda a quinta, das 12h às 15h30 e das 19h30 às 23h; sexta, das 12h às 15h30 e das 19h30 à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 17h
    Valor: tagliatelle de hibisco com camarões, R$ 125; com carne, R$ 103; vegetariano, R$ 98
    @lapastagiallamoema

    Lassù

    No 28º andar do Edifício K1, em Santana, o restaurante tem piso giratório e vista de 270 graus, que vai do Pico do Jaraguá à Serra do Mar. A casa foi indicada no Guia Michelin em 2025.

    O tagliatelle de massa fresca é servido com ragu de rabada, pesto de agrião e castanha-de-caju. O spaghetti mare combina camarão, polvo e lula ao molho de tomate fresco com pimenta-calabresa.

    Onde comer macarrão em São Paulo: 29 endereços

    Spaghetti mare, do Lassù, em Santana | Foto: divulgção

    Onde: Rua Conselheiro Saraiva, 207, 28º andar (Edifício K1) – Santana
    Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 18h à 0h; sábado, das 12h às 16h e das 18h à 0h; domingo, das 12h às 17h
    Reservas: WhatsApp (11) 97627-6148
    Valor: tagliatelle con coda di bue, R$ 148; spaghetti mare, R$ 194. Aceita VR
    @lassu_ristorante

    ELEA Forneria

    No Água Fria, o restaurante é tocado pelos irmãos Villela. Enrico, cozinheiro autodidata com passagem pelo Borgo Mooca, comanda a cozinha, e Manuela cuida do salão e dos vinhos.

    O caramelle, massa feita à mão no formato de bala embrulhada, é recheado com ragu de copa-lombo suíno ao pomodoro e servido com fonduta de coalhada de ovelha e pangrattato. O pappardelle leva pernil de cordeiro assado, manteiga de alho negro e pinoli.

    Onde: Rua Florinéia, 270 – Água Fria
    Horário: terça a quinta, das 18h30 às 23h; sexta e sábado, das 12h às 16h e das 18h30 à 0h; domingo, das 12h às 16h30. Fecha segunda
    @eleaforneria

    Ticino Queijo & Fogo

    Em São Bernardo do Campo, o restaurante se inspira na cozinha do Ticino, cantão de língua italiana no sul da Suíça. O cardápio reúne fondues, raclette raspada à mesa, risotos e massas feitas à mão.

    O nhoque artesanal vem coberto com ragu de cordeiro desfiado ao pomodoro. Também há carbonara da casa, linguine com camarões e lasanha de ragu de costela e mignon.

    Onde: Avenida Lucas Nogueira Garcez, 894 – Jardim do Mar, São Bernardo do Campo
    Horário: terça, das 18h às 22h; quarta e quinta, das 12h às 15h e das 18h às 22h; sexta e sábado, das 12h às 15h e das 18h às 23h; domingo, das 12h às 16h. Fecha segunda
    Valor: nhoque com ragu de cordeiro, R$ 106; carbonara Ticino, R$ 98; linguine com camarões, R$ 132; lasanha de costela e mignon, R$ 134
    @ticinoqueijoefogo
    Jantar: todos os dias, das 19h às 23h

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    Jornalista especializada em Gastronomia.