‘Bolinho do Nepal’ vira atração em Pinheiros
Momu atrai filas com momos artesanais, prato típico do Nepal servido a preços acessíveis

Informações
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Dias da semana e horários
Terça a sexta, das 12h às 15h30 e das 16h30 às 21h30 | sábado e domingo, das 12h às 21h30
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Mais detalhes
Em meio à efervescência gastronômica de Pinheiros, um pequeno endereço vem chamando atenção de quem busca sabores fora do óbvio.
O Momu, apontado como o primeiro restaurante nepalês do Brasil, conquistou o público ao apresentar uma culinária ainda pouco conhecida por aqui, baseada em receitas tradicionais e preparo artesanal. Em um espaço enxuto e sem grandes formalidades, a casa transformou um bolinho típico do Nepal em fenômeno entre moradores, turistas e curiosos.
Trouxinha de massa
O grande protagonista do cardápio é o momo, espécie de trouxinha de massa leve recheada, cozida no vapor. Muito popular no Nepal e também presente em regiões como Tibete, Índia e China, o prato lembra o guioza em alguns aspectos, mas tem identidade própria.
No Momu, cada unidade é moldada manualmente, com dobras delicadas que revelam o cuidado no preparo. O resultado é uma massa macia, recheio generoso e sabor marcante.
As porções costumam ser servidas em potinhos e acompanhadas por um molho especial à base de tomate, gergelim e especiarias, combinação que equilibra acidez, frescor e intensidade.

Chowmein, prato preparado no wok com massa salteada, vegetais e proteína | Foto: reprodução/instagram
Entre as versões disponíveis, aparecem recheios de carne bovina, carne suína e opções veganas, como shimeji ou soja. A proposta simples e direta ajuda a explicar o sucesso: comida autêntica, saborosa e com preços acessíveis.
Outro destaque da casa é o chowmein, prato preparado no wok com massa salteada, vegetais e proteína. Bastante difundido em países asiáticos, ele surge em versões com frango, porco ou alternativas vegetais. É uma escolha certeira para quem deseja explorar outros clássicos da região além dos famosos bolinhos.
Por trás do balcão estão Amar e Anusha Ale, casal responsável pela produção, atendimento e rotina do restaurante. A história do Momu ganhou impulso após o projeto “Vizinho”, iniciativa da hamburgueria Patties que buscava apoiar novos empreendedores gastronômicos.
Entre centenas de propostas inscritas, o conceito nepalês foi o escolhido e rapidamente caiu no gosto do público paulistano.
As filas na porta já fazem parte do cenário. Especialmente nos fins de semana, a espera pode ser longa, mas o movimento constante reforça como a gastronomia da cidade segue aberta a novas culturas e experiências.
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