A cozinha chinesa de Mônaco nos Jardins
Original de Mônaco, o restaurante do grupo do Beefbar tem Felipe Massa na sociedade
Informações
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Dias da semana e horários
Aberto todos os dias, das 12h à 0h
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Mais detalhes
Original de Monte Carlo, em Mônaco, o Song Qi serve nos Jardins, em São Paulo, receitas de diferentes regiões da China pensadas para compartilhar à mesa.
Aberta em 2024, a unidade paulistana é a primeira do restaurante fora do Principado de Mônaco e tem entre os sócios o ex-piloto Felipe Massa, Dudu Massa, Ruly Vieira, Riccardo Giraudi e Rodolfo Tamborrino.
A casa foi criada por Giraudi em Monte Carlo, pertence ao mesmo grupo do Beefbar e trabalha com forte influência cantonesa. Antes da abertura em São Paulo, três funcionários passaram três meses na matriz aprendendo as receitas com o chef Chai Chu Lee.
“O chef Chai também veio para o Brasil para verificar se o que foi transmitido está sendo aplicado corretamente por aqui. Basicamente, o ajuste necessário foi em relação ao grau de picância das pimentas”, conta Ruly.

Salão do Song Qi, nos Jardins | Foto: @songqi.sp/Instagram
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As porções são enxutas de forma proposital. “A ideia é que os pratos não sejam tão grandes como usualmente vemos, para que os clientes possam provar mais coisas e ter uma ‘viagem à China mais completa’”, explica o sócio.
Ele indica o wrap de mini alface com mignon, a lula ao curry e o chicken satay, que define como “o mais pedido de todos”.
O cardápio reúne ainda ‘dim sums’ e receitas feitas na wok, panela que trabalha em fogo alto e mantém a textura dos ingredientes.
Os ‘dumplings’ saem da cozinha do restaurante, algo pouco comum por aqui, segundo Ruly. “Para quem já tem contato com a culinária chinesa, os nossos acabam surpreendendo. São poucos lugares que fazem os próprios ‘dumplings’ aqui no Brasil. Os recheios vão do tradicional ao mais contemporâneo, sem perder a identidade.”
Pato de Pequim
O pato de Pequim laqueado começa a ser feito muito antes de chegar à mesa. A ave passa por banho em água quente, recebe maltose, desidrata e atravessa três etapas de cocção. A desidratação acontece em um equipamento próprio.
“Ele precisa de uma geladeira especial, onde é possível controlar umidade, temperatura e vento. A vazão do ar também é diferente de uma geladeira comum”, diz Ruly.
Com a procura, o restaurante importou da China uma segunda máquina.
Por causa do tempo de preparo, os garçons costumam perguntar logo no início do jantar se o cliente pretende pedir o prato. “Assim, a cozinha tem tempo hábil para fazer a última parte do processo”, afirma.

Tradição chinesa servida em versão contemporânea | Foto: @songqi.sp/Instagram
Atendimento
Ruly já acompanhou de perto o salão e a cozinha. Hoje cuida principalmente da parte administrativa, sem se afastar do atendimento. “Sempre estou pelo salão verificando se tudo caminha como planejado.” A equipe se reúne toda semana para discutir ajustes, e o sócio lê pessoalmente as avaliações e as mensagens enviadas pelas redes sociais.
Para ele, a rapidez na resposta é o que segura o cliente quando algo dá errado. “A falha já ocorreu, então, quanto antes for remediada, maior a chance de o cliente continuar cliente.”
Mármore e coquetéis
O projeto arquitetônico leva a assinatura do escritório monegasco Humbert & Poyet, adaptado em São Paulo pelas arquitetas Maria Clara Spyer e Georgia Loverdos.
O piso chama atenção: são cerca de 20 mil fragmentos de mármore assentados à mão.
No bar, a carta de coquetéis foi renovada neste ano por Ricardo Takahashi, o Japorês, com criações autorais e opções de menor teor alcoólico.
Serviço
Onde: Rua Barão de Capanema, 348, Jardins, São Paulo
Horário: segunda, terça, quarta, sexta, sábado e domingo, das 12h à 1h; quinta-feira, das 18h à 1h
Instagram: @songqi.sp
Dados de contato
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