Itaim ganha ‘pasta bar’ com pizzas e massas frescas
Endereço no Itaim Bibi reúne pizzas de longa fermentação, massas frescas e coquetelaria italiana

Informações
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Dias da semana e horários
Terça, quinta e sexta, das 18h à 0h | Quarta, das 12h às 18h | Sábado, das 12h às 17h e das 18h à 0h | Domingo, das 12h às 17h
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Mais detalhes
Instalado em uma esquina arejada do Itaim Bibi, o
nasce com o forno no centro da operação. É dele que saem as pizzas individuais de longa fermentação, base da proposta da casa, ao lado de massas frescas feitas à mão no piso superior e de uma coquetelaria de sotaque italiano.
Por trás do projeto estão três trajetórias diferentes: o empresário Pedro Siqueira, conhecido pelas pizzas do Sìsì Cucina, no Rio de Janeiro, que há cerca de dois anos encontrou o imóvel onde decidiu abrir seu endereço paulistano; o catalão Oscar Bosch, à frente de restaurantes como Tanit e Bodega Pepito e da sorveteria Mooi Mooi; e Pedro Oliveira, ex-chef do Vista Ibirapuera, responsável por comandar o dia a dia da cozinha.
Escolha do nome
O nome resume o tom que os sócios buscavam. A marmota, pequeno mamífero comum nos Alpes italianos e conhecido pelo comportamento sociável, virou símbolo da atmosfera leve que eles queriam para o salão.
“Buscávamos algo lúdico, e pensamos na marmota como uma figura simpática e gulosa”, conta Siqueira.
Pizzas
No cardápio, as pizzas seguem inspiração napolitana sem rigidez e abrem espaço para releituras afetivas: a de calabresa curada com mussarela de búfala e purê de cebola assada virou homenagem à lendária Castelões e ganhou o nome de Red Castle (R$ 79), enquanto a versão de frango, milho e creme de parmesão com alho doce aparece como Frango alla Caraglio (R$ 79).
Entre as opções para dividir estão a Polenta Carbonara (R$ 55), com creme de gemas, pecorino e guanciale, o Arancini Moquecado (R$ 58), de arroz de moqueca com maionese de siri, e o Crudo de Carne (R$ 73), servido com maionese de tutano e massa de pizza.
Massas
Nas massas, a cozinha transita entre tradição e experimento. O raviolini Bolognese (R$ 96) chega com fonduta de parmesão, demi-glace e um toque de gochujang, pasta coreana que soma notas picantes e adocicadas; o Al Gamberi (R$ 120) traz bucatini com camarões grelhados e bisque ao creme de abóbora assada; e o Guanciale di Manzo (R$ 94) reúne caramelle recheado de bochecha braseada, lentilhas e folha de mostarda.
No balcão, a inspiração italiana volta nos clássicos negroni e spritz, acompanhados de chope e de uma carta enxuta com cerca de trinta rótulos de vinho.
As bebidas sem álcool também ganharam atenção, com sodas italianas e mate gelado — referência afetiva que Siqueira trouxe do Rio. De segunda a sexta, o almoço executivo, com guarnições à escolha, completa a proposta descomplicada da casa.
Dados de contato
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