Guilhotina celebra 10 anos e reabre após reforma
Bar símbolo da coquetelaria paulistana reabre com ambientação renovada e nova carta de drinques e pratos

Informações
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Dias da semana e horários
Terça a sábado, das 18h à 1h
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Mais detalhes
Depois de quatro meses com as portas fechadas para obras, o Guilhotina volta a funcionar em uma versão renovada para marcar os primeiros dez anos de casa. O bar, que se tornou um dos nomes de referência da coquetelaria em São Paulo, reabre mantendo a proposta que o consagrou: drinques autorais e um atendimento que aproxima quem está no balcão de quem está preparando a bebida.

Novo ambiente após reforma | Foto: Pedro Shuter/divulgação
A trajetória da casa passa por reconhecimento internacional. Por três anos seguidos, o Guilhotina apareceu na lista do The World’s 50 Best Bars, um dos rankings mais respeitados do setor, chegando à 15ª posição.
Carta nova para os dez anos
Para celebrar a data, a equipe criou uma seleção inédita de drinques autorais. Entre eles está o Chá do Naza (R$ 58), com Johnnie Walker Black Label, whisky irlandês, chá-mate especiado, limão e manga, e o Kentucky Blossom (R$ 75), que mistura Woodford Reserve, xarope de morango, limão, Disaronno, Peychaud’s Bitter e espumante.

‘Kentucky Blossom’ | Foto: Pedro Shuter
Também entram no cardápio o Arruda Nunca Falha (R$ 68), preparado com Ketel One, cumaru, arruda e soda de cambuci, e o Fogo Cruzado (R$ 78), que combina Don Julio Reposado, Bacardi 8, anis, pimenta-rosa, bitter de salsão e la-yu.
Completam a lista o Altitude (R$ 78), com pisco, limoncello, Pinot Grigio, demerara, hortelã e tônica, e o House Spritz (R$ 72), à base de Tanqueray London Dry, Lillet, Jerez Oloroso, soda de hibisco e morango.
Há ainda o Primeiro Round (R$ 68), com Jack Daniel’s No. 7, hidromel seco, maracujá, demerara, hortelã e tônica, e o Entre Trópicos (R$ 78), que leva cachaça Amburana, rum branco, Malibu, abacaxi, manga e iogurte integral.
Para quem prefere opções sem álcool, a casa aposta no Xiii Sô (R$ 36), com xarope de shissô, melão, limão e água com gás, e no Café da Tarde Cold Brew (R$ 36), que une cold brew, água de coco, xarope de especiarias e abacaxi.

Novas opções de pratos no menu | Foto: Pedro Shuter/divulgação
Cozinha renovada
O menu de cozinha também passou por reformulação completa. Entre os pratos, o carpaccio de polvo (R$ 89) é servido com avocado tostado e molho puntarelle, e o atum ponzu (R$ 69) chega em lâminas cruas com molho à base de shoyu e cítricos. A lagosta na brasa (R$ 89) vem acompanhada de aioli de limão-siciliano, enquanto a língua de boi glaceada (R$ 48) segue como um dos pratos mais tradicionais da casa.
Novo espaço, mesma essência
A reforma trouxe uma ambientação diferente, com mais conforto e um toque contemporâneo, mas sem abandonar o clima informal que sempre foi marca do Guilhotina. O espaço ganhou também intervenções do artista paulistano Revolue, que mistura spray, grafite e tinta a óleo em obras inspiradas no cotidiano urbano.
“Há 10 anos, a gente passava a noite inteira sentado em banco de ferro, era tudo mais despojado. Hoje, buscamos um pouco mais de conforto, mas sem perder a alma do Guilhotina”, brinca o sócio Marcello Nazareth.
Para ele, a nova fase reforça o espírito que deu origem ao bar. “O Guilhotina nasceu para ser um lugar de encontros memoráveis, com boa comida e ótimos drinks”, completa.
Dados de contato
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Telefone
(11) 3031-0955
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