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Última modificação março 20, 2026

Exu é tema de exposição no Museu Afro

"Padê - Sentinela à Porta da Memória" explora a presença de Exu nas culturas africana e afro-brasileira

Padê - sentinela à porta da memória Foto: Victor Angelo/ Museu Afro Brasil Emanoel Araujo

Informações

  • Data de inicio e término

    21/03/2026 até 26/07/2026

  • Dias da semana e horários

    De terça a domingo, das 10h às 17h

  • Endereço

    Parque Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 10 - Vila Mariana

    Ver no mapa
  • Valores

    R$ 15 (inteira) | R$ 7 (meia) | Grátis às quarta-feiras

Mais detalhes

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo inaugura no dia 21 de março, às 14h, a exposição “Padê – Sentinela à Porta da Memória”, com curadoria de Rosa Couto. A mostra propõe uma reflexão sobre a presença e a potência de Exu nas culturas africana e afro-brasileira, a partir de obras do acervo do museu em diálogo com produções contemporâneas.

Inspirada nos padês, oferendas dedicadas ao orixá, a exposição articula arte, religiosidade e memória por meio de esculturas, pinturas, fotografias e objetos do sagrado. O percurso evidencia Exu como força de comunicação, transformação e movimento, central nas experiências afro-diaspóricas.

A mostra está organizada em três eixos conceituais: “África”, que reúne visões autóctones do orixá e sua relação com rituais e trocas; “Travessia”, que aborda Exu como divindade do deslocamento e das encruzilhadas; e “Diáspora”, que investiga suas transformações no contexto afro-brasileiro, incluindo sua presença em religiões como o candomblé e a umbanda e suas reverberações na arte contemporânea.

A exposição reúne obras de Emanoel Araujo, Sidney Amaral, Gustavo Nazareno, Carla Désirée, Felix Farfan, Ronaldo Rêgo, Mario Cravo Neto, Pierre Verger, Mestre Didi, Moisés Patrício, Georges Liautaud, Rafaela Kennedy, Rochelle Costi e Juliana Araujo. A artista Sthe Araujo assina ainda uma paisagem sonora inédita, ampliando a dimensão sensorial da experiência.

A programação de abertura inclui atividades que aprofundam o debate proposto pela mostra. Das 10h30 às 12h30, acontece o Ateliê Aberto “Exu não é diabo! Combatendo o racismo religioso”, conduzido por Du Kiddy Artivista, com visita mediada e oficina prática. Já das 15h às 17h, o Auditório Ruth de Souza recebe o encontro “Padê para abrir os caminhos”, reunindo artistas participantes em um bate-papo com o público.

Participam do bate-papo os artistas Babi Lopes, Carla Désirée, Juliana Araujo, Yemọjazz, Ayọ̀kàndé, Sthe Araujo e Antonio Pulquério, cujas produções integram a exposição.

O “Encontro com Artistas – Padê para Abrir os Caminhos” integra o Programa Conceição Evaristo – Escrevivências e reforça o papel do Museu como espaço de escuta, criação e circulação de saberes, promovendo reflexões sobre memória, identidade e experiências afro-diaspóricas por meio de múltiplas formas de expressão artística.

  • Ateliê Aberto – Exu não é diabo! Combatendo o racismo religioso

Quando: 21 de março de 2026
Horário: 10h30 às 12h30
Condução: Du Kiddy Artivista
Participação: mediante inscrição prévia neste link.

  • Encontro com artistas – Padê para abrir os caminhos

Quando: 21 de março de 2026
Mediação: Rosa Couto
Horário: 15h às 17h
Onde: Auditório Ruth de Souza
Entrada: gratuita
Acessibilidade: Libras
Classificação: Livre

  • Acessível para cadeirantes
  • $
  • Livre para todas as idades

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