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Última modificação janeiro 08, 2026

Choripán: do ritual portenho às ruas brasileiras

Clássico das parrillas argentinas, o choripán ganha releituras e espaço na cena gastronômica paulistana

Choripán: do ritual portenho às ruas brasileiras Choripán com chimichurri, do Pobre Juan | Foto: divulgação

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Clássico absoluto das parrillas argentinas, o choripán nasceu como um lanche direto e sem excessos: pão crocante, linguiça tostada na brasa e chimichurri.

De conceito simples, mas carregado de identidade e sabor, o sanduíche surgiu entre trabalhadores e torcedores de esportes em Buenos Aires, no fim do século XIX, tornando-se um símbolo da cultura de rua portenha.

Com o tempo, atravessou fronteiras e encontrou terreno fértil no Brasil, especialmente em São Paulo, onde o interesse pela parrilla e pelos sabores latino-americanos segue em expansão.

Mais do que um lanche, o choripán é um ritual social na Argentina.

Presente em estádios, feiras, festas populares e encontros ao redor da grelha, ele carrega o espírito da comida compartilhada, feita sem pressa, ao calor da brasa.

Essa herança cultural ajudou a consolidar o “chori” — como é carinhosamente chamado — como um ícone gastronômico que combina informalidade, tradição e sabor intenso.

No Brasil, o sanduíche ganhou novas leituras sem perder sua essência. Em São Paulo, bares e casas de carnes passaram a incluí-lo no cardápio, ora fiel ao modelo argentino, ora reinterpretado com ingredientes e técnicas locais.

Brazinha

Bar anexo e “irmão caçula” do tradicional O Brazeiro, o Brazinha aposta em uma proposta descomplicada, centrada nos preparos na brasa.

Choripán: do ritual portenho às ruas brasileiras

Choripán, do Brazinha | Foto: Vitor K Neves (divulgação)

O Choripán (R$ 41) segue a cartilha clássica: linguiça toscana assada na brasa, pão francês crocante e chimichurri bem equilibrado.

Uma versão fiel às origens, que valoriza a simplicidade e o sabor do fogo.

Onde: Rua Luís Góis, 847 – Chácara Inglesa
Instagram: @obrazinha
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 17h às 23h | sábado, das 11h às 23h | domingo, das 11h às 17h

São Conrado Bar

No São Conrado Bar, o choripán ganha uma leitura mais brasileira.

O Choripán da Casa (R$ 49,90) é servido no pão francês e combina linguiça suculenta, tomate ralado, queijo gratinado em camada generosa e finalização com maionese.

A proposta aposta no contraste de texturas — pão crocante, recheio macio e queijo derretido — para criar uma versão contemporânea do clássico portenho.

Choripán: do ritual portenho às ruas brasileiras

Choripán da casa, do São Conrado bar | Foto: Rubens Kato (divulgação)

Onde: Rua Aspicuelta, 51 – Pinheiros
Instagram: @saoconradobar
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 16h à 0h | sábado e domingo, das 12h à 0h

Onde: Rua Lopes Neto, 30 – Itaim Bibi
Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 12h à 0h | domingo, das 12h à 0h

Pobre Juan

Referência nacional quando o assunto é parrilla, o Pobre Juan apresenta um choripán mais sofisticado, alinhado ao perfil da casa.

A versão (R$ 48) vem no pão de batata e leva linguiça fininha de pernil, chimichurri e maionese temperada, resultando em um sanduíche equilibrado, elegante e cheio de personalidade.

Onde: Rua Comendador Miguel Calfat, 525 – Vila Nova Conceição (e outras unidades)
Instagram: @restaurantepobrejuan
Horário de funcionamento: segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 22h | sexta e sábado, das 12h às 23h | domingo, das 12h às 20h

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