“C6 no Rock” faz homenagem a Cazuza
Arnaldo Antunes, Maria Gadú, Frejat, Lobão, Léo Jaime, Leoni e Johnny Hooker estão na programação

Informações
-
Data de inicio e término
22/08/2026 até 23/08/2026
-
Dias da semana e horários
Sábado e domingo, a partir das 14h
-
-
Valores
A partir de R$ 144
Mais detalhes
A trajetória e a obra de Cazuza serão celebradas em um espetáculo inédito criado especialmente para a primeira edição do “C6 no Rock”, festival que acontece nos dias 22 e 23 de agosto de 2026, no Parque Ibirapuera. Intitulado “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, o show reúne artistas que marcaram a história do rock e da música brasileira para revisitar o repertório de um dos compositores mais influentes do país.
O tributo contará com as participações de Arnaldo Antunes, Maria Gadú, Frejat, Lobão, Léo Jaime, Leoni e Johnny Hooker, intérpretes de diferentes gerações que dialogam, de alguma forma, com o legado artístico deixado por Cazuza. A direção musical é assinada por Liminha, enquanto a direção artística fica a cargo de Rafael Dragaud.
No palco, os convidados serão acompanhados por uma banda formada por João Barone na bateria, Davi Moraes na guitarra, Rodrigo Tavares nos teclados e Mauro Berman no baixo. O repertório percorre alguns dos maiores clássicos da carreira do artista, reunindo canções que atravessaram décadas e permanecem presentes no imaginário da música brasileira.
Entre os sucessos que integram a apresentação estão “O Tempo Não Para”, “Ideologia”, “Exagerado”, “Codinome Beija-Flor”, “Brasil” e a faixa que dá nome ao espetáculo, “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”. As músicas conduzem o público por temas recorrentes na obra de Cazuza, como amor, liberdade, juventude, política e inquietação existencial.
Além da dimensão musical, o show investe em uma proposta visual inspirada no universo criativo do cantor e compositor. A cenografia utiliza materiais de seu acervo pessoal, incluindo manuscritos, anotações, poemas e desenhos, que serão projetados ao longo da apresentação. A proposta busca criar uma experiência audiovisual capaz de aproximar o público do processo criativo e da personalidade artística de Cazuza.
Figura central do chamado BRock, movimento que marcou a música brasileira nos anos 1980, Cazuza construiu uma obra reconhecida pela intensidade poética, pelo olhar crítico sobre a sociedade e pela capacidade de traduzir sentimentos e inquietações de diferentes gerações. Inicialmente conhecido como vocalista do Barão Vermelho, o artista iniciou carreira solo em 1985 e consolidou uma trajetória marcada por sucessos que se tornaram clássicos da música nacional.
Autor de canções como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Faz Parte do Meu Show”, “Bete Balanço” e “Por Que a Gente É Assim?”, Cazuza também ficou conhecido por sua postura provocadora e por abordar publicamente aspectos de sua vida pessoal em um período marcado por forte conservadorismo social. Sua influência permanece viva mais de três décadas após sua morte, ocorrida em 1990, aos 32 anos.
Os ingressos para o “C6 no Rock” estão disponíveis pela Eventim.
Programação
Sábado — 22 de agosto
- Plebe Rude — “O Concreto Já Rachou” (1986)
- Paulo Ricardo canta “Rádio Pirata ao Vivo” (1986) e Hits
- Paralamas do Sucesso — “Selvagem?” (1986)
- Titãs — “Cabeça Dinossauro” (1986)
- “Meu sonho é ser imortal”: homenagem a Rita Lee com Alice Caymmi, Baby do Brasil, Catto, Fernanda Abreu, Letrux, Marina Sena, Miranda Kassin e Sandra Sá.
Domingo — 23 de agosto
- Ira! — “Vivendo e Não Aprendendo” (1986)
- Blitz — “As Aventuras da Blitz” (1982)
- Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá tocam “Dois” (1986), da Legião Urbana
- Marina Lima com Liminha e Lobão — “Fullgás” (1984)
- “Todo amor que houver nessa vida”: homenagem a Cazuza com Arnaldo Antunes, Maria Gadú, Frejat, Lobão, Léo Jaime, Leoni e Johnny Hooker
Dados de contato
-
-
Redes sociais







