Blue Note investe em coquetelaria autoral
Carta de drinks dialoga com a programação musical da casa e valoriza ingredientes brasileiros

Informações
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Dias da semana e horários
Funcionamento: Segunda - 12h às 15h | Terça à sexta - 12h às 01h30 | Sábado - 12h às 02h | Domingo - 10h às 17h
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Mais detalhes
Conhecido por sua programação musical de excelência, o Blue Note São Paulo amplia sua atuação como espaço gastronômico ao investir em uma coquetelaria autoral inspirada na música e nos ingredientes brasileiros.
A proposta reforça o posicionamento da casa como um polo cultural completo, onde palco, bar e cozinha caminham juntos para criar uma experiência sensorial integrada.
Localizado na Avenida Paulista, o endereço passa a tratar os coquetéis como parte essencial da vivência do público. A nova carta foi pensada para dialogar diretamente com o que acontece no palco, acompanhando o clima dos shows e ampliando a conexão entre música, sabores e convivência.
Assinada pela mixologista Michelly Rossi, a carta aposta em técnicas contemporâneas, referências musicais ligadas ao jazz, soul e outros gêneros presentes na programação da casa, além do uso criativo de ingredientes nacionais. Elementos como cambuci, cajuína e ervas aromáticas aparecem em receitas que equilibram frescor, complexidade e identidade brasileira.
“A coquetelaria sempre fez parte do DNA do Blue Note. Assim como a música, ela ajuda a construir a experiência do público dentro da casa. A ideia é que os drinks conversem com o que está acontecendo no palco e com o momento vivido por quem está ali”, afirma Flávio Pinheiro, sócio do Blue Note São Paulo.
Entre os destaques da carta estão o Quintanilla (R$ 51), preparado com tequila e cordial de cambuci; o Purple Smash, que combina gin, porto branco e jasmim; o Cajuzana (R$ 44), com jerez e cajuína; e o Carmen (R$ 35), feito com cachaça Famigerada, porto tawny Sandeman, xarope de especiarias, suco de limão e hibisco.
A experiência também contempla opções sem álcool, como o Ella (R$ 26), à base de água de coco, jasmim e manjericão roxo, e o Gonzaga (R$ 26), feito com cajuína. A proposta amplia o acesso à coquetelaria para diferentes perfis de público, mantendo a sofisticação e o diálogo com a identidade musical da casa.
Os drinks podem ser apreciados tanto no salão principal quanto na Varanda Blue, área externa que funciona do almoço à madrugada e permite acompanhar parte da atmosfera musical do espaço. A coquetelaria também se integra aos diferentes formatos de serviço do Blue Note, como menu executivo durante a semana, happy hour, feijoada aos sábados e brunch com jazz ao vivo aos domingos.
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