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Última modificação novembro 04, 2026

CompanhiaDaNãoFicção faz apresentações gratuitas

"Meu Corpo em Terra Corre Para o Mar Como Tartaruga Marinha" reflete sobre a liberdade

Beatriz Belintani interpreta "Meu Corpo em Terra Corre Para o Mar Como Tartaruga Marinha", da CompanhiaDaNãoFicção Beatriz Belintani interpreta "Meu Corpo em Terra Corre Para o Mar Como Tartaruga Marinha", da CompanhiaDaNãoFicção. Foto: Camila Rios

Informações

  • Data de inicio e término

    05/11/2026 até 08/11/2026

  • Dias da semana e horários

    De quinta a sábado às 20h | Domingo às 19h

  • Endereço

    R. Tito, 295 - Lapa

    Ver no mapa
  • Valores

    Entrada gratuita

Mais detalhes

Em uma investigação da liberdade no teatro contemporâneo, a atriz e dramaturga Beatriz Belintani e a diretora e dramaturgista Fabiana Monsalú, da CompanhiaDaNaoFicção criaram “Meu Corpo em Terra Corre Para o Mar Como Tartaruga Marinha”.  O espetáculo faz apresentações gratuitas no Teatro Cacilda Becker, de 5 a 8 de novembro – os ingressos são distribuídos 1h antes das apresentações.

O solo tem como mote a afirmação da pensadora Monique Witing “lésbicas não são mulheres” e convida o público para uma imersão sensível e poética, um exercício radical de uma contra imaginação acerca das perspectivas de “(con)vivência”, afeto e liberdade e conceitos e teorias do feminismo e pensamento queer.

A direção propõe um jogo cênico entre o corpo da lésbica na sociedade e a luta pela sobrevivência das tartarugas marinhas como metáfora desse corpo e sua maneira de sobreviver, já que esses animais nascem na terra e imediatamente correm para o mar para viver sua liberdade. 

A escritura cênica é alinhavada com fatos reais da história, depoimentos em verbatim e textos de autoras latino-americanas, europeias e norte-americanas, criando um espaço de diálogo entre o perigo iminente e a aspiração por um futuro utópico. Entre essas pensadoras, estão Monique Wittig, Audre Lorde, Gayle Rubin, Jota Mombaça, Simone de Beauvoir, Verónica Gago e Judith Butler.

Mais do que nunca, em tempos que correm, é necessário encontrar o coração das pessoas para fazer ecoar “uma visão de mundo pela qual as pessoas desejem viver em igualdade, liberdade e justiça”, como defende a norte-americana Judith Butler. Por isso, a dramaturgia da imagem propõe ao espectador a experiência de uma contra imaginação.

Em cena, o corpo da atriz, a dramaturgia da luz e do som, o vídeo mapping e a câmera ao vivo compõem uma dramaturgia para além da palavra. Por meio da performatividade e de uma ética da alegria, a cena amplia a discussão e desperta os sentidos para descobrir que o que está sendo levantado diz respeito a toda a humanidade.

  • Acessível para cadeirantes
  • Gratuito
  • Maiores de 14 anos

Dados de contato

  • Telefone

    (11) 3864-4513

  • Redes sociais

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