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Última modificação novembro 05, 2026

Guia de atrações culturais pela Linha 3-Vermelha do Metrô

Da Barra Funda a Itaquera, teatros, museus, parques e prédios históricos ficam pertinho das estações

Fachada do edifício Copan vista em contra-plonge. O céu está azul; à esquerda baixa, um poste de luz histórico; ao topo mais à esquerda, folhagens de uma árvore Fachada do edifício Copan. | Foto: Alffoto / Getty Images

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    De Oeste a Leste, a Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo atravessa bairros em processo de revitalização, o Centro Histórico e regiões populosas da cidade, que estão cheias de atrações culturais.

    No caminho, passa perto de teatros, museus, parques, centros culturais, galerias, livrarias e alguns dos principais cartões-postais da cidade.

    Originalmente chamada Linha Leste-Oeste, ela tem hoje 22 km de extensão e 18 estações. Ao lado das linhas Azul, Verde e Amarela, foi uma das quatro primeiras previstas no projeto do metrô paulistano.

    O primeiro trecho, entre as estações Sé e Brás, foi inaugurado em 10 de março de 1979, e a linha ganhou o traçado atual em 1988.

    Como a construção da Linha Azul havia sido cara, o projeto da Vermelha buscou reduzir custos aproveitando trechos da antiga Rede Ferroviária Federal.

    Além disso, as estações também receberam grandes aberturas, que levam ar e luz natural aos níveis subterrâneos, o que diminuiu a necessidade de equipamentos de ventilação e iluminação.

    Conheça, a seguir, as dicas desse roteiro especial, estação por estação:

    Palmeiras-Barra Funda

    Espaço Unimed

    A poucos passos da estação, a casa de shows foi inaugurada em 2002 com o nome “Espaço das Américas”, sendo de propriedade do grupo São Paulo Eventos.

    O local já recebeu shows de artistas de renome nacional e internacional, como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Los Hermanos, Criolo, Emicida, Jão, Titãs, Paralamas, Morrissey, Noel Gallagher e Harry Styles – além de espetáculos como “O Céu da Língua”, de Gregório Duvivier.

    Foi reinaugurado em 2012, após uma reforma, e tem capacidade para 8.000 pessoas.

    O novo palco foi desenvolvido para proporcionar melhor visibilidade de todos os ângulos, o que dá mais conforto aos clientes, em pequenos e grandes espetáculos.

    Além disso, o Espaço Unimed tem um bufê próprio com cozinha industrial, que desenvolve cardápios específicos para cada evento.

    R. Tagipuru, 795 - Barra Funda
    (11) 3868-5860
    @espacounimed | www.espacounimed.com.br/
    Horários de funcionamento e preços dos ingressos variam de acordo com a programação

    Memorial da América Latina

    Com projeto cultural desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro, esse centro cultural foi inaugurado em 18 de março de 1989, como um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina.

    O conjunto arquitetônico foi projetado por Oscar Niemeyer e ocupa um terreno de 84.482 metros quadrados.

    O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela. Seus edifícios incluem o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Anexo dos Congressistas e o Auditório Simón Bolívar.

    O Memorial possui um acervo permanente de obras de arte, exibidas ao longo da esplanada e nos espaços internos, e conta com um centro de documentação de arte popular latino-americana.

    A biblioteca tem cerca de 30 mil volumes, além de seções de música e imagens. O complexo promove exposições, palestras e, ocasionalmente, espetáculos de artes cênicas.

    Atenção: o Memorial é um espaço aberto, com pouco paisagismo, área de sombra reduzida e piso pavimentado de concreto, o que o torna, nos dias quentes, uma ‘ilha de calor’. Por isso, ao visitá-lo, é indicado levar boné e garrafa de água. O espaço também costuma ser fechado ao público geral para sediar eventos como shows, festivais e feiras.

    Av. Mário de Andrade, 664 - Barra Funda
    (11) 3823-4600
    @memorialdaamericalatina | www.memorial.sp.gov.br
    De terça a domingo, das 10h às 17h
    Entrada gratuita

    Parque Estadual da Água Branca

    Oficialmente batizado como Parque Fernando Costa (nome do Secretário Estadual de Agricultura responsável pela inauguração), este espaço foi idealizado pela Sociedade Rural Brasileira (SRB) para sediar exposições e provas zootécnicas.

    A criação do parque teve início em 1905, e ele foi inaugurado em 2 de junho de 1929. 

    Em 1996, foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) como patrimônio cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico do estado de São Paulo, e em 2004, pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), por seu valor histórico, arquitetônico e paisagístico-ambiental.

    Entrada do Parque da Água Branca.

    Entrada do Parque da Água Branca. | Foto: Luiz Coelho / Wikimidia Commons

    Com uma Área de Proteção Permanente em seu interior, o Parque da Água Branca tem playgrounds, espaço para piquenique, tanque de carpas, nascentes e viveiros de aves.

    O parque também oferece programas educativos com foco na conservação ambiental, na cultura e na história no Ateliê de Educação. Os Quiosques de Leitura agrupam nove casinhas dedicadas à formação de jovens leitores, eles incluem espaço sensorial, ateliê, casa dos livros e espaços de memória. 

    O espaço também sedia feiras de produtos orgânicos, eventos culturais e atividades educativas voltadas para a sustentabilidade e o meio ambiente.

    Av. Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca
    @aguabrancaparque | parqueaguabranca.com.br
    Todos os dias, das 6h às 20h
    Entrada gratuita

    Marechal Deodoro

    º Andar

    Localizado numa casa tombada, este espaço é dedicado à troca artística, intelectual e cultural. Seu nome surgiu quando a sede ainda era no último andar do prédio da unidade da Universidade Santo Amaro (Unisa), localizada na mesma rua da sede atual.

    Sua programação conta com apresentações de artes cênicas, exposições, cursos e laboratórios artísticos. Cada espaços da casa tem uma configuração diferente para atender atividades variadas. 

    R. Dr. Gabriel dos Santos, 88 – Santa Cecília
    (11) 3666-6138
    @o.andar | https://oandar.com/
    Horários de funcionamento e preços dos ingressos variam de acordo com a programação

    Espaço Barra

    Um espaço independente dedicado à criação, formação e produção artística.

    Oferece uma estrutura versátil para receber diferentes formatos de projetos, tendo sediado de espetáculos teatrais até exposições.

    R. Barra Funda, 519 - Barra Funda
    (11) 99660-1111
    @espacobarra.sp | https://espacobarrasp.com.br
    Horários de funcionamento e preços dos ingressos mudam conforme a programação

    Galeria Mendes Wood DM

    A Mendes Wood DM foi fundada em 2010 pelos sócios Felipe Dmab, Matthew Wood e Pedro Mendes, com o objetivo de exibir o trabalho de artistas brasileiros e internacionais em um contexto que propicie o diálogo crítico e a polinização cruzada.

    No cerne da programação da galeria está a preocupação com a diferença regional e a individuação ao lado da promoção do cosmopolitismo e da colaboração.

    Inspirada pela crença de que as práticas artísticas expandem o escopo da atuação humana e têm o poder não só de tocar, mas também de transformar o mundo, a galeria cultiva um programa baseado em conceitualismo, resistência política e rigor intelectual.

    R. Barra Funda, 216 - Barra Funda
    (11) 3081-1735
    @mendeswooddm | https://mendeswooddm.com/pt/
    De terça a sexta-feira, das 11h às 19h | Sábados, das 10h às 17h 
    Entrada gratuita

    Teatro do Núcleo Experimental

    Fundado em 2005, por Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia, o Núcleo Experimental se pauta pela investigação de procedimentos dramatúrgicos diversos e pela relação entre música e cena, mesclando repertório clássico com textos contemporâneos e originais.

    Sua sede atual foi inaugurada em 8 de março de 2009, com o musical “As Troianas – Vozes da Guerra”, que transportou a tragédia do grego Eurípides para um campo de concentração na Polônia, às vésperas do final da Segunda Guerra.

    Sem falas, as personagens femininas se expressavam somente através do canto, que representava um território de segurança, afeto e preservação de suas memórias. Uma pesquisa sobre canções oriundas de povos e/ou etnias de refugiados definiu o repertório cantado pelas atrizes.

    Em 2026, o grupo celebrou suas duas décadas de existência com uma nova versão, “As Troianas – Música nas Trevas”, com a história recontextualizada para a Torre das Donzelas, a ala feminina do Presídio Tiradentes, em São Paulo.

    R. Barra Funda, 637 – Barra Funda
    (11) 3259-0898
    @nucleoexp
    Horários de funcionamento e preços dos ingressos variam de acordo com a programação

    Theatro São Pedro

    É o segundo teatro mais antigo da capital paulista, atrás apenas do Municipal. Foi construído por Manuel Fernandes Lopes e inaugurado em 20 de janeiro de 1917, com a peça “A Moreninha”.

    De 1920 a 1967, o Theatro São Pedro funcionou como cinema, com raras apresentações teatrais. Voltou a ser uma casa de espetáculos quando Maurício e Beatriz Segall arrendaram o local.

    Fachada do Theatro São Pedro

    Fachada do Theatro São Pedro. | Foto: Dornicke / Wikipedia Commons

    Inicialmente voltada para a música, a programação foi logo substituída por teatro, a partir da montagem de “Os Fuzis da Sra. Carrar”, de Bertolt Brecht, realizada pelo Teatro da Universidade de São Paulo (Tusp), sob a direção de Flávio Império.

    Apesar das montagens bem-sucedidas, problemas financeiros e internos ao grupo levaram Segall a alugar a grande sala do teatro ao governo do Estado, desistindo de ter as próprias produções.

    A partir de 1974, o espaço virou sede da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), então sob a direção do maestro Eleazar de Carvalho.

    No final dos anos 1970, o teatro foi sublocado para grupos variados e recebeu montagens marcantes, como “Macunaíma”, adaptação da obra de Mário de Andrade, dirigida por Antunes Filho.

    Em 1981, o local foi deixado ao abandono, mas, no mesmo ano, o governo estadual iniciou o processo de tombamento, concluído em 1984.

    A casa foi reaberta ao público em 1998 e, aos poucos, a ópera passou a ter prioridade na programação.

    Em 2010, foi fundada a Orquestra do Theatro São Pedro, que ajudou a definir sua nova vocação: hoje recebe espetáculos líricos, tanto de repertório tradicional como novos compositores. Sob a gestão da Santa Marcelina Cultura, também abre espaço para apresentações estudantis.

    R. Barra Funda, 171 – Barra Funda
    (11) 3367-9040
    @theatrosaopedro | theatrosaopedro.art.br
    Os horários de funcionamento e valores dos ingressos são definidos conforme a programação

    Santa Cecília

    Complexo Cultural Funarte

    Este centro cultural é um patrimônio público, pertencente à Fundação Nacional das Artes (Funarte). É composto por salas multiúso, no formato de galpões, teatro com auditório, salas de ensaios, galerias e ateliês.

    Seus espaços são abertos para a experimentação de linguagens artísticas, o desenvolvimento profissional de artistas e trabalhadores da cultura, a mediação e a formação de público. 

    Complexo Cultural Funarte SP

    Área externa do Complexo Cultural Funarte SP. | Foto: Divulgação

    A Funarte SP iniciou suas atividades em 1977, ocupando uma das salas de um casarão histórico que abrigava a Delegacia Regional do Ministério da Educação e Cultura.

    A partir da década de 1980, a instituição incorporou novas salas de espetáculos e galerias, chegando ao complexo que existe hoje.

    Grande parte dessa trajetória se deve à atuação de Lulu Librandi, primeira coordenadora do espaço, que integrou sua gestão no órgão regional a experiências históricas, como o Projeto Pixinguinha e as vanguardas paulistanas. 

    Al. Nothmann, 1058 - Campos Elíseos 
    (11) 95078-3004
    @funartesp | Site: https://bit.ly/3UBtb1D
    Segundas e terças, das 10h às 20h | De quarta a sexta, até 22h | Sábados e domingos, das 13h às 22h
    Entrada gratuita | O valor das atividades varia de acordo com a programação

    Espaço Cia da Revista

    A Companhia da Revista foi fundada em 1997 pelo multiartista Kleber Montanheiro. Em 1999, estreou “Kabarett” e uma remontagem de “A Cor de Rosa”, musical sobre o cantor e compositor Noel Rosa.

    Em 2009, o grupo fundou o Miniteatro, sua primeira sede, localizada na Praça Roosevelt. Em 2014, após reformarem uma antiga funilaria, mudaram-se para um novo endereço, na Santa Cecília. O Espaço Cia. da Revista foi inaugurado em 14 de novembro.

    Naquele mesmo ano, encenaram “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, que estreou no CCBB-SP. Desde então, o local é palco dos novos projetos do grupo e de espetáculos de outros artistas, parceiros da companhia. 

    Al. Nothmann, 1135 - Campos Elíseos 
    (11) 3791-5200 
    @ciadarevista | www.ciadarevista.com/
    Abertura e preços variam de acordo com a programação
    * Este espaço também pode ser acessado pela estação Marechal Deodoro. Em ambos os casos, são 8 minutos de caminhada entre a estação e o teatro 

    Galpão do Folias

    Nos anos 1990, Marco Antonio Rodrigues e Reinaldo Maia resolveram montar uma peça que mostrasse os bastidores do teatro. Desse processo surgiu “Verás que Tudo É Mentira”, em 1995, espetáculo de rua que foi o embrião do que seria o grupo viria a se tornar.

    Naquele momento, já atuavam em conjunto artistas como Dagoberto Feliz, Patrícia Barros, Nani de Oliveira, Renata Zhaneta e Rogério Bandeira. Depois, Carlos Francisco se juntou à trupe, completando a lista de fundadores do Grupo Folias, formado em 1997.

    No mesmo ano, a companhia recebeu o Prêmio Estímulo Flávio Rangel, que contribuiu para sua consolidação e viabilizou a montagem do espetáculo “Folias Fellinianas”.

    Faltava apenas um lugar para fazerem os ensaios, o que se resolveu quando encontraram um galpão abandonado, propriedade da Fundação Conrado Wessel. Com projeto arquitetônico de J.C. Serroni, o Galpão foi inaugurado com “Happy End”, em coprodução com o Grupo TAPA, em 14 de abril de 2000.

    Atualmente, o espaço é aberto a diversas linguagens: espetáculos teatrais, performáticos, de música, ensaios e encontros de formação e reflexão.

    R. Ana Cintra, 213 - Campos Elíseos
    (11) 3361-2223
    @galpaodofolias | www.galpaodofolias.com 
    Horários de funcionamento e preços variam de acordo com a programação

    Paróquia de Santa Cecília

    Não Embora existam divergências quanto à data da fundação da Igreja de Santa Cecília, sabe-se que, em 1860, moradores da cidade de São Paulo fizeram um abaixo-assinado requerendo à Câmara Municipal a construção de um templo em honra a essa santa e a São José.

    Na mesma época, um terreno havia sido doado para essa finalidade, na região Oeste da cidade, no largo do Arouche, entre a Rua América e a antiga Estrada de Campinas.

    Em abril de 1861, foi depositada a pedra fundamental e construída no local uma capela provisória que passou a ser conhecida como “Capela de São José e Santa Cecília”.

    No ano de 1882, foi promovida a construção de uma nova igreja com todas as regras de arte. Quem fez o projeto foi o engenheiro Luís Pucci.

    Já em 1895, a partir de seu desmembramento foi realizada a construção da Igreja de Santa Cecília, desta vez elevada a Paróquia no local onde atualmente está situada.

    Seu primeiro vigário foi o Padre Duarte Leopoldo e Silva, que futuramente seria o primeiro Arcebispo de São Paulo.

    Ele permaneceu na paróquia por seis anos, organizando os fundamentos da paróquia e idealizou a construção de uma igreja definitiva, contratando Benedito Calixto e Oscar Pereira da Silva para pintar os murais e as telas que adornam a igreja.

    Foi o terceiro pároco, Monsenhor Pedrosa, que conseguiu fundos para terminar de vez a igreja, adquiriu o órgão e resguardou um dos sinos da antiga Igreja da Sé que tocou nas festividades da Independência. A paróquia foi definitivamente inaugurada em 1901.

    Lg. Santa Cecília, s/n – Santa Cecília
    (11) 3331-5195
    @paroquiasantaceciliasp | paroquiasantacecilia.com.br 
    De segunda a sexta-feira, das 7h às 19h
    Missas: de segunda a sexta, às 7h, 12h e 18h | Sábados, às 9h e 12h | Domingos, às 8h, 10h30, 12h e 18h
    Entrada gratuita

    Livrarias | Gráfica, Ponta de Lança e Banca Tatuí

    O bairro de Santa Cecília também tem livrarias de rua charmosas, que ficam nas proximidades da estação de metrô.

    A Livraria Gráfica, que fica na entrada do Galpão Comum (espaço dedicado à pesquisa sobre cidade e imagem), é especializada em livros sobre livros. 

    Já a Ponta de Lança, ocupa o endereço onde havia sido o bar Haute. Tocada pelo mineiro Bruno Eliezer Melo Martins, a livraria ocupa 60 metros quadrados, sendo a filha mais nova de um sebo de mesmo nome (localizado na Av. Nove de Julho).

    O espaço possui vários clubes de leitura, promove eventos literários, além de ser possível tomar uma taça de vinho à noite. 

    Por fim, na rua Tatuí, uma banca de jornais foi convertida a livraria.  Iniciativa da editora Lote 42, o local reúne o trabalho de mais de 200 editoras, coletivos e artistas independentes de todo o Brasil.

    Aberta no final de 2014, oferece publicações que exploram formatos, acabamentos e temáticas que dificilmente se encontram em pontos de venda convencionais.

    Livraria Gráfica | R. Barão de Tatuí, 509 – Santa Cecília
    @livrariagrafica
    De segunda a sábado, das 10h às 19h
    
    Livraria Ponta de Lança | R. Aureliano Coutinho, 26 - Vila Buarque
    livrariapontadelanca.com.br | @livrariapontadelanca
    Aberta todos os dias, a partir das 10h; nos domingos, até as 19h; segundas, até as 17h; de sexta a sábado até as 21h
    
    Banca Tatuí | R. Barão de Tatuí, 275 - Vila Buarque
    www.bancatatui.com.br | @bancatatui
    Todos os dias, das 10h às 19h

    República

    Playarte Multiplex Marabá

    O Cine Marabá foi fundado em maio de 1944, criado para ser um ambiente de luxo, que contava com apenas uma sala de projeção, de mais de mil lugares. Em seus primeiros anos, foram exibidas as primeiras produções da companhia cinematográfica Vera Cruz.

    Fez parte da chamada ‘Cinelândia Paulistana’ – circuito cultural vibrante das décadas de 1930 e 1950, localizado no Centro da capital, no encontro das avenidas Ipiranga e São João, que concentrava mais de 30 salas de cinema.

    De propriedade da PlayArte, empresa brasileira que distribui e exibe filmes, ficou anos fechado, sendo reaberto em maio de 2009.

    Por se tratar de um edifício tombado pelo patrimônio histórico, além da reforma, o prédio passou por um processo de restauro, com projeto de renovação assinado por Ruy Ohtake.

    Desde então, o cinema conta com cinco salas, a maior delas com capacidade para mais de 400 espectadores.

    Av. Ipiranga, 757 - República
    (11) 5053-6996
    https://playartecinemas.com.br/cinema/playarte-maraba | @playartebr
    Horários e preços variam de acordo com a programação

    Cineclube Cortina

    Espaço versátil, instalado em julho 2022, em um local próximo à praça da República, onde antes havia um estacionamento.

    Tem área para shows e festas, uma sala de exibição, no térreo, com capacidade para 75 a 80 pessoas, oferecendo cadeiras dobráveis e uma arquibancada ao fundo. No andar de cima, fica o bar e restaurante, pronto para receber de 120 a 150 pessoas, a depender da configuração do evento.

    A seleção de filmes, elaborada quinzenalmente a partir de alguns temas, fica a cargo de Paulo Vidiz e da curadora cinematográfica Leticia Santinon. As escolhas variam entre clássicos e lançamentos, mas são sempre filmes que estão fora do circuito mainstream. 

    R. Araújo, 62 - República
    @cineclubecortina | www.sympla.com.br/produtor/cineclubecortina
    Horários e preços estão sujeitos a variação conforme a programação

    Copan

    Um dos edifícios mais emblemáticos de São Paulo, é um dos símbolos da arquitetura moderna brasileira, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com projeto estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo.

    Foi idealizado para as celebrações do 4º centenário da cidade, mas a obra foi iniciada apenas em 1957.

    Edifício Copan

    Visão externa do Edifício Copan. | Foto: Jean Suplicy / Getty Images

    Inaugurado em 1966, o edifício é multifuncional, mesclando comércio, habitações populares e de alto padrão.

    Em seu piso térreo, conectado com a rua, funcionam diversos tipos de restaurantes, padarias, cafés, um sebo cinematográfico e uma livraria, além do Cine Copan, que está em reforma e deve ser aberto ao público em 2027.

    Av. Ipiranga, 200 – República
    Aberto diariamente, até por volta das 22h
    A entrada no piso térreo é gratuita
    Saiba mais

    Galeria Olido

    Espaço de manifestação artística de várias vertentes da arte, como dança, teatro, cinema e artes visuais. O centro de cultura inaugurado em 2004, depois da restauração do antigo Cine Olido.

    O espaço foi construído pelo imigrante espanhol Domingos Fernando Alonso desembarcou no Brasil, empresário que possuía diversos empreendimentos – em especial, salas de cinema. Depois da demolição do Cine Avenida, que operava no local, foi construído um prédio, com o mesmo nome do dono.

    No piso térreo do edifício, a Galeria e o Cine Olido foram construídos, sendo este o primeiro cinema localizado dentro de uma galeria. O nome Olido foi escolhido por meio de uma fusão entre o nome Domingos e o nome da sua esposa, Olivia.

    Depois da restauração do antigo Cine Olido, a galeria se consolidou como um centro cultural. Atualmente, o espaço possui sala de espetáculos e para exposições, além do cinema.

    Av. São João, 473 - Centro Histórico
    (11) 2899-7370
    @ccolidooficial | prefeitura.sp.gov.br/web/cultura/galeria_olido
    De terça a sexta, das 10h às 21h | Sábados, das 13h às 21h | Domingos, das 13h às 20h
    Entrada gratuita, mas algumas atrações podem ter ingressos cobrados à parte

    Galeria Metrópole

    Localizada no entorno da praça Dom José Gaspar, no cruzamento da rua da Consolação com a avenida São Luís, tem projeto arquitetônico de Gian Carlo Gasperini e Salvador Candia.

    Embora os dois trabalhassem sozinhos, empataram em primeiro lugar no concurso promovido para eleger a melhor proposta para o edifício; por isso, decidiram somar forças para criar uma ideia conjunta para o espaço.

    A construção ocorreu entre 1959 e 1964, com inauguração em 1964.

    Atualamente, a maior parte das lojas é ocupada por iniciativas da economia criativa: abriga estúdios de design, galerias de arte, escritórios de arquitetos, livrarias, sebos, editoras e ateliês de artistas, além de contar com uma variedade de cafés e restaurantes. 

    Av. São Luís, 187 - República
    (11) 3256-1849
    @galeria_metropole | metropolegaleria.com.br 
    Segundas e terças-feiras, das 7h às 22h | De quarta a sábado, das 7h às 23h | Domingos, das 9h às 18h
    Entrada gratuita

    Galeria do Rock

    Oficialmente chamada de Centro Comercial Grandes Galerias, a Galeria do Rock foi construída em 1962 e inaugurado em 1963. Em seus primeiros anos, o espaço era voltado ao comércio do setor têxtil, com mais de cem alfaiatarias localizadas ali.

    A galeria ganhou seu ‘apelido’ após a popularização de lojas dedicadas a discos e músicas, a partir da década de 1980.

    Hoje, o local concentra estabelecimentos dedicados ao comércio de produtos relacionados aos gêneros musicais rock e hip hop, além de artigos para skatistas, itens esotéricos e para amantes de músicas antigas ou de artistas independentes.

    Por isso, tornou-se um dos pontos de encontro das principais tribos de São Paulo. 

    Av. São João, 439 - República
    galeriadorocksp.com | @galeriadorockoficial
    De segunda a sexta, das 9h às 19h | Sábados, das 9h às 18h
    Entrada gratuita

    Livraria Gato sem Rabo

    Idealizada por Johanna Stein, é uma livraria dedicada exclusivamente a obras escritas por mulheres, em diversas áreas: dos clássicos até filosofia, arte, ciência e literatura infanto-juvenil, dando ênfase à amplitude dessa produção.  

    Seu nome é uma referência a uma passagem do ensaio “Um Quarto Só Seu” (1929), de Virginia Woolf, no qual a personagem é surpreendida pela visão de um gato sem um de seus membros, no gramado de sua casa.

    Essa imagem é usada pela escritora para abordar o estranhamento que a presença das mulheres causavam nos ambientes intelectuais.

    R. Maj. Sertório, 95 - Vila Buarque
    (11) 99976-0011
    @gato.sem.rabo | https://gatosemrabo.com.br 
    Aberta diariamente, das 10h às 17h

    Museu da Diversidade Sexual

    É um museu público do estado de São Paulo, dedicado à salvaguarda da memória coletiva da comunidade LGBTQIA+.

    Também tem como objetivos preservar e divulgar a produção artística e cultural desse grupo. Sua criação foi fruto de uma demanda histórica dos movimentos sociais, atendida em 2012 pelo governo estadual. 

    Desde sua criação, o museu apresenta exposições regulares, de curta e média duração.

    Além disso, abriga o Centro de Pesquisa e Referência do Museu da Diversidade Sexual (MDS), que atua como um espaço de apoio e colaboração para iniciativas acadêmicas e culturais voltadas à comunidade LGBTQIA+.

    Outras iniciativas presentes no local são o Núcleo de Educação para a Diversidade e o Centro de Empreendedorismo e Formação, dedicado à capacitação profissional dos participantes de seus cursos.

    Exposições na estação República | Pç. da República, 299 ou R. do Arouche, 24 – República
    Centro de Empreendedorismo | Av. São Luís, 120 – República
    (11) 91576-5354
    @museudadiversidadesexual | museudadiversidadesexual.org.br
    De terça a domingo, das 10h às 18h
    Entrada gratuita – ingressos devem ser reservados pelo Sympla ou retirados na bilheteria

    Sesc 24 de Maio

    Essa unidade do Serviço Social do Comércio de São Paulo (Sesc-SP) no Centro da capital foi inaugurada em 19 de agosto de 2017.

    Uma das atrações que marcaram a abertura do local foi a apresentação da leitura “Nelson Rodrigues por Ele Mesmo”, realizada por Fernanda Montenegro.

    Projetada por Paulo Mendes da Rocha, a unidade é considerada emblemática por conta de sua arquitetura, uma intervenção com características contemporâneas alinhadas ao entorno de construções históricas, além de ser responsável por impulsionar ações de revitalização da região central.

    O prédio tem 13 andares, com áreas de exposição, oficinas, salas de esportes, brinquedoteca, biblioteca, comedoria-restaurante, consultórios odontológicos e um teatro com 245 lugares.

    Sua piscina é uma das mais adoradas pelos usuários, por estar localizada em um terraço de 500 metros quadrados, com vista panorâmica.

    A piscina e os consultórios são de uso exclusivo dos credenciados. Entretanto, o jardim da piscina, que possui uma cafeteria, é aberto a todos os visitantes.

    R. 24 de Maio, 109 - República
    (11) 3350-6300
    @sesc24demaio | sescsp.org.br/unidades/24-de-maio/
    De terça a sábado, das 9h às 21h | Domingos e feriados, das 9h às 18h
    Entrada gratuita | Algumas atrações são pagas, e os preços variam de acordo com a atividade

    Praça Roosevelt | Teatro Studio Heleny Guariba, Espaço Parlapatões, Os Satyros, e SP Escola de Teatro

    Inicialmente conhecida como praça Consolação e, depois, praça das Guianas, o espaço foi rebatizado para homenagear o 32º presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt.

    No início do século 20, o Velódromo de São Paulo, primeiro estádio de futebol do Brasil, funcionava nesse local. A arena foi desapropriada em 1915 para dar lugar à Rua Nestor Pestana.

    Quando começou a ser construída a Igreja Nossa Senhora da Consolação, em 1910, o terreno ao lado do novo templo passou a ser usado como estacionamento e espaço para feiras livres. A área foi cedida pelo Estado à prefeitura em 1942.

    Criada originalmente sem planejamento, a praça foi asfaltada na década de 1950.

    O lado Leste da praça é lar de quatro teatros: Teatro Studio Heleny Guariba, Espaço Parlapatões, Os Satyros, e SP Escola de Teatro.

    O primeiro foi batizado em homenagem à professora de teatro, dramaturga e guerrilheira que participou da luta contra a ditadura militar.

    O Espaço Parlapatões é a sede da companhia de mesmo nome, fundada em 1991 por Alexandre Roit e Hugo Possolo. O grupo é dedicado ao teatro circense e à comédia.

    Desde sua inauguração em 2006, o local recebe espetáculos próprios, bem como de outros grupos e companhias, nacionais e internacionais. 

    Já Os Satyros é um grupo de vertente experimental, fundado por  Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, em 1989.

    Sua sede na praça foi inaugurada nos anos 2000, após o grupo ter passado por fases em Lisboa e Curitiba.

    Por fim, a SP Escola de Teatro é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap).

    Seu primeiro endereço era um prédio histórico no Brás, na zona Leste, aberto em 2010. A unidade da Praça Roosevelt foi inaugurada dois anos depois.

    Pç. Franklin Roosevelt, s/n - Bela Vista
    @teatrostudiohelenyguariba
    @parlapatoes | https://parlapatoes.com.br 
    @ossatyros  | https://satyros.com.br
    @escoladeteatro  | www.spescoladeteatro.org.br/
    Os horário de funcionamento e os preços dependem da programação de cada teatro

    Teatro Cultura Artística

    Localizado bem atrás da Praça Roosevelt, o Teatro Cultura Artística foi criado para ser a sede da Sociedade Cultura Artística e abrigar seus espetáculos, tendo sido inaugurado em 1950.

    No evento de abertura, realizado nos dias 8 e 9 de março daquele ano, Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri se revezaram na regência da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

    O edifício foi projetado por Rino Levi e exibe, em sua fachada, o maior afresco existente de Di Cavalcanti, com 48 metros de largura e oito metros de altura. 

    Fachada do Teatro Cultura Artística. | Foto: Nelson Kon / Divulgação

    Devido a suas características inovadoras em acústica, visibilidade e integração com as artes, o local é considerado um marco na história da arquitetura moderna brasileira e uma das melhores salas de concerto do país.

    O Cultura Artística sofreu um incêndio em 17 de agosto de 2008, que o destruiu parcialmente. Por ser feito em mosaico de vidro, o afresco de Di Cavalcanti não foi destruído, passando por um processo amplo de restauro.

    Após longos anos em reforma, ele foi reinaugurado em 2024.

    R. Nestor Pestana, 196 - Consolação
    (11) 3256-0223
    @culturaartistica | culturaartistica.org
    Horário de funcionamento e preços são definidos de acordo com a programação

    Anhangabaú

    Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-SP)

    Inaugurado em 21 de abril de 2001, a unidade paulista do Centro Cultural Banco do Brasil, está situado em um um edifício construído em 1901.

    O estilo arquitetônico, de origem francesa, associado à ornamentação eclética está presente tanto na fachada do prédio quanto em seu interior.

    Seus cinco andares, mais o torreão (pequeno mirante), foram construídos com estrutura de concreto armado e alvenaria de tijolos.

    O banco comprou o edifício em 1923, e ele foi transformado em agência bancária, com cinco pavimentos, pelo engenheiro-arquiteto Hippolyto Gustavo Pujol Junior, tendo funcionado com essa finalidade de 1927 até 1996. Foi o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil em São Paulo.

    O cofre ocupava todo o subsolo, e no seu interior havia um espaço com gavetas menores, usadas para guardar documentos, joias e pertences pessoais.

    A agência ocupava o térreo e o primeiro andar. Já os pisos superiores ficavam disponíveis para a locação de escritórios.

    Os elementos da arquitetura original foram restaurados, mantendo as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século na cidade.

    A ideia de instalar o Centro Cultural no prédio surgiu em 1992, quando foi formado um grupo de estudo para elaborar tal proposta.

    Porém, foi apenas em 1999 que o então presidente do Banco do Brasil, Andrea Calabi, resgatou o projeto, encomendando um estudo técnico acerca da implantação do espaço cultural. 

    Hoje, o CCBB-SP tem salas de exposições, um cinema, um teatro, um auditório, restaurante, lojinha e café.

    Conta com uma programação regular, acessível a todos os públicos, que contempla diversas manifestações culturais, nas áreas de artes plásticas, cinema e audiovisual, música, dança e teatro. Também tem agenda de palestras, debates e um programa educativo.

    R. Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico
    (11) 4297-0600
    @ccbbsp | ccbb.com.br/sao-paulo
    De quarta a segunda, das 9h às 20h
    Entrada gratuita – algumas atividades, como os espetáculos, são pagas

    Edifício Martinelli

    Idealizado pelo italiano Giuseppe Martinelli e projetado pelo arquiteto húngaro Vilmos (William) Fillinger, o edifício teve sua construção iniciada em 1924, e foi inaugurado, ainda inacabado e com apenas 12 andares, em 1929.

    Foi erguido com a técnica construtiva de alvenaria de tijolos e estrutura de concreto, e o andar principal é inteiramente revestido por granito vermelho róseo, o que se tornou uma característica marcante.

    Chegou a ser considerado o símbolo arquitetônico mais importante do momento de transição da cidade baixa, sendo um marco do processo de transmutação de uma cidade para uma metrópole, visto que em sua localidade, na época, não havia nenhum outro tipo de construção vertical.

    Na época de sua primeira inauguração, o edifício A Noite, no Rio de Janeiro, era considerado o maior arranha-céu construído com concreto armado do mundo.

    A abertura do Martinelli deu início a uma disputa entre ambos os edifícios pelo título. O prédio teve seu projeto arquitetônico modificado diversas vezes, visando a aumentar sua altura.

    Os trabalhos foram retomados e seguiram até 1934, quando foi finalizada a obra, com 30 andares e 105 metros de altura.

    A falta de outras construções desse porte na cidade fez com que as reformas de sua estrutura gerassem polêmica: questionava-se a segurança de edifícios tão altos na cidade.

    Para garantir que o prédio era seguro, foi criado um palacete na cobertura do prédio, réplica de uma villa italiana, que serviu como moradia da própria família de Martinelli, para mostrar à população que o prédio não cairia.

    Ao ser terminado em 1934, o Edifício Martinelli conseguiu ultrapassar o edifício A Noite, que havia sido inaugurado cinco anos antes.

    De ponto de encontro da elite paulistana a sede de diversos partidos políticos em suas primeiras duas décadas, o prédio também passou por um período de decadência nos anos 1950, além de acabar ter sido palco de diversos crimes não solucionados.

    Em 1975, foi desapropriado pela Prefeitura de São Paulo e completamente reformado pelo prefeito Olavo Setúbal. Após muitas mudanças em sua aparência e estrutura, o prédio foi reinaugurado em 1979, para sediar as secretarias da Prefeitura.

    A partir de seu centenário, em 2024, foi elaborado o projeto M100, com o objetivo de devolver ao público esse equipamento histórico da cidade.

    Com ativações criativas de moda, design, workshops, dança e música, além de visitas guiadas gratuitas, a iniciativa recebeu mais de 100 mil pessoas.

    Atualmente, o projeto continua em seu processo de obra, para apresentar um dos maiores complexos criativos de todo o Brasil, com cafés, bares, restaurantes, museu e observatório, além de espaços para sediar eventos culturais.   

    Av. São João, 35 - Centro Histórico
    @edificiomartinelli | edificiomartinelli.com.br
    Veja sobre as visitas guiadas: aqui ou aqui
    Saiba mais

    Instituto Capobianco

    O casarão que sedia o instituto foi construído na década de 1920, por Remo Capobianco, em estilo floreal (ou Art Nouveau). 

    Foi criado com a proposta de incentivar a produção teatral de São Paulo, tornando-se um polo de arte importante ao longo das últimas duas décadas, por sediar residências teatrais.

    Com isso, permitiu que diversos grupos tivessem não só um espaço para se apresentar, como também para passar meses realizando suas pesquisas. Trata-se de uma iniciativa rara de mecenato, patrocinada pela família que nomeia o instituto. 

    O espaço reabriu suas portas em 11 de abril de 2025, após quatro anos inativo, desde o início da quarentena devido a pandemia de Covid-19.

    Atualmente, seu programa anual inclui duas residências semestrais de artistas ou grupos de teatro, a partir das quais são apresentados dois espetáculos do repertório e um original, criado durante a residência, além da realização de oficinas.

    Em julho deste ano, a residência “Tectônica” foi dedicada à dança; em agosto, foi realizada a residência de artistas da música “Vértice”.

    No subsolo do Instituto Capobianco, os visitantes encontram o Café Capô, espaço pensado para ampliar a experiência para além da sala de espetáculos e incentivar encontros entre artistas, público e equipes.

    Operado pela cozinheira  Ariana Turca, à frente do Dasturca, o café apresenta um cardápio sazonal autoral, que transforma gastronomia, convivência e permanência em extensão da experiência artística.

    O espaço também tem uma programação própria de pocket shows.

    R. Álvaro de Carvalho, 97 - Centro Histórico
    (11) 97089-5905
    @institutocapobianco | institutocapobianco.art.br 
    Aberto de acordo com a programação
    Espetáculos: R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira)
    Shows no Café Capô: gratuitos

    Theatro Municipal de São Paulo

    Cartão postal da cidade, o Theatro Municipal de São Paulo foi inaugurado em 12 de setembro de 1911, com projeto arquitetônico inspirado na Ópera de Paris, desenhado por Ramos de Azevedo, Claudio Rossi e Domiziano Rossi. 

    O local foi palco de eventos decisivos para a cultura brasileira, como a “Semana de Arte Moderna”, realizada de 11 a 18 de fevereiro de 1922, 11 anos depois de sua abertura.

    Também chamado de “Semana de 22”, o festival modernista teve apresentações de música, poesia e palestras sobre a modernidade no Brasil e no mundo.

    Participaram dele nomes consagrados nas artes, como Graça Aranha, além de figuras que se tornaram os grandes expoentes do movimento, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Di Cavalcanti, Víctor Brecheret e Heitor Villa-Lobos.

    
    
    Theatro Municipal de São Paulo

    Visão geral da fachada do Theatro Municipal de São Paulo. | Foto: Larissa Paz/ Divulgação

    O Municipal foi concebido para ser a principal casa de ópera do país, mas também costuma sediar espetáculos de dança e concertos.

    Ao longo de sua história, recebeu artistas brasileiros e internacionais que se tornaram referência em seus campos de atuação. Entre eles, destacam-se Maria Callas, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Rudolf Nureyev e Mikhail Baryshnikov.

    Além disso, espetáculos teatrais também têm espaço na programação do Municipal, por meio do programa “Teatro no Theatro”.

    Pç. Ramos de Azevedo, s/n - República 
    (11) 3367-7200
    @theatromunicipal | theatromunicipal.org.br
    Aberto de acordo com a programação
    Preços variam de acordo com a atividade

    Praça das Artes

    Inaugurada em 2012, a Praça das Artes é um espaço cultural criado para receber música, dança, teatro, exposições e manifestações contemporâneas das expressões artísticas.

    Funciona como extensão das atividades do Theatro Municipal de São Paulo, abrigando seus corpos artísticos. É a sede da Escola de Dança de São Paulo e da Escola Municipal de Música de São Paulo.   

    Projetado pelos arquitetos Marcos Cartum, Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, foi pensado como uma área que pudesse ‘abraçar’ o prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, sem deixar de ser um edifício moderno, com uma praça aberta ao público que circula na área. 

    A Sala do Conservatório foi construída em 1896, quando abrigou uma loja de pianos e funcionou como o luxuoso Hotel Panorama.

    Em 1909, passou a sediar o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, que chegou a ter mais de 1.400 alunos e foi ponto de encontro dos intelectuais que influenciaram as artes no Brasil.

    Av. São João, 281 – Centro Histórico 
    (11) 3367 7201
    @pracadasartes | theatromunicipal.org.br/praca-das-artes 
    Horário de funcionamento e preços são definidos de acordo com a programação

    Vale do Anhangabaú

    Situado entre a Praça da Bandeira e o Viaduto Santa Ifigênia, o vale é um espaço público que costuma receber eventos culturais, apresentações e espetáculos populares, além de manifestações sociais e comícios políticos. É considerado o ponto que separa o Centro Velho do Centro Novo. 

    Neste local, é possível vislumbrar edifícios que são cartões-postais da cidade, como o Edifício Martinelli, o Banespa, o Teatro Municipal, o Shopping Light e o Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura.

    Também é um dos principais palcos da “Virada Cultural”, evento anual, com 24 horas seguidas de shows e atividades culturais espalhadas por toda a capital. 

    @novoanhangabau | www.novoanhangabau.com.br 
    Aberto diariamente
    Programação disponível neste link
    

    Sé

    Catedral da Sé

    A Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção e São Paulo é o principal templo católico da cidade.

    
    

    A Catedral da Sé | Foto: Diego Grandi/ iStock

    Sua construção, em estilo neogótico, começou em 1913 e terminou cerca de 40 anos depois, em 1954, coincidindo com a comemoração do 400º aniversário de fundação da cidade.

    Entretanto, sua história remonta a 1591, quando a igreja matriz da vila de São Paulo do Campo foi instalada no local, escolhido pelo cacique Tibiriçá.  

    Pç. da Sé, s/n – Centro
    @catedraldasesp | catedraldasesp.com
    arquisp.org.br/igrejas/catedral-da-se/
    Entrada gratuita

    CAIXA Cultural

    Uma das unidades da rede Caixa Cultural, complexo de centros culturais localizados em diferentes capitais do Brasil mantidos pela Caixa Econômica Federal.O centro cultural está em funcionamento desde 1989.

     A unidade paulistana está instalada no Edifício Sé, antiga sede regional do banco, inaugurada em 1939 por Getúlio Vargas. O edifício é um importante exemplar da arquitetura art déco na cidade e é tombado pelo patrimônio municipal.

    A instituição abriga o Museu da Caixa, com diversos objetos e documentos referentes à história da Caixa Econômica Federal e ao sistema financeiro do Brasil, além de espaços internos com ambientação de época e elementos originais conservados

    O edifício possui diferentes espaços expositivos, sala de leitura, sala de oficinas e um auditório. Além das exposições temporárias, sua programação inclui espetáculos de dança e teatro, shows, debates, sessões de cinema e palestras.

    Pç. da Sé, 111 - Centro Histórico
    (11) 3321-4400
    @caixaculturalsp | www.caixacultural.gov.br/Paginas/SaoPaulo.aspx
    De terça a domingo, das 9h às 18h
    Entrada gratuita

    Centro Cultural do Instituto Brasileiro de Teatro

    O Instituto Brasileiro de Teatro (iBT), uma organização sem fins lucrativos, abriu as portas de seu centro cultural em 29 de agosto de 2025.

    O edifício foi construído na década de 1950, e ficou praticamente abandonado até 2022, quando foi adquirido pelo iBT, que iniciou sua reforma.

    Além de estar aberto a apresentações teatrais e cursos formativos, oferece salas de ensaio para coletivos teatrais, de forma gratuita (mediante inscrição por meio de editais), ou para locação de grandes produções.

    No térreo fica um palco para apresentações teatrais, em um formato próximo ao palco elisabetano, denominado “Palco Praça”, além de um café e um espaço onde será aberto um restaurante.

    O primeiro andar possui um salão para eventos e espetáculos, e um mirante está para ser inaugurado no 12º andar.

    Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 – Bela Vista
    (11) 91571-3514
    @ibteatro | ibt.art
    De terça a domingo, das 10h às 22h
    Entrada gratuita para visitas

    Pateo do Collegio

    Primeira construção da cidade, foi erguida em 25 de janeiro de 1554, quando os padres Manuel da Nóbrega, José de Anchieta e outros jesuítas estabeleceram um núcleo para fins de catequização de indígenas no planalto, a pedido de Portugal e da Companhia de Jesus.

    O edifício existente é uma reconstrução da igreja e do colégio originais, que foram demolidos no século 19.

    Atualmente, o espaço é composto pelo Museu Anchieta, Auditório Manoel da Nóbrega, Galeria Tenerife, praça Ilhas Canárias (Café do Pátio), Igreja São José de Anchieta, Cripta Tibiriçá e Biblioteca Padre Antônio Vieira.

    No Museu Anchieta há uma maquete da cidade de São Paulo no início de sua história, além de uma coleção de arte sacra, com peças do século 16.

    Pç. Pateo do Collegio, 2 - Centro Histórico 
    www.instagram.com/pateodocollegio | www.pateodocollegio.com.br
    De terça a sábado, das 9h às 16h45 

    Pedro II

    Museu Catavento

    Este museu interativo, voltado ao público jovem, foi inaugurado em 2009, com o propósito de ser um espaço dedicado às ciências e à sua divulgação.

    Com 12 mil metros quadrados, é dividido em quatro seções: “Universo”, “Vida”, “Engenho” e “Sociedade”, e conta com mais de 250 instalações. 

    Foi fundado pelas secretarias estaduais de cultura e educação, e está situado no Palácio das Indústrias, uma construção erguida entre 1911 a 1924.

    Museus e exposições interativas férias julho

    O Palacete das Indústrias que sedia o Museu Catavento. | Foto: Pedro Jackson / Reprodução do site do museu

    Devido ao rápido crescimento de São Paulo, o local, criado para ser um espaço de exposições, teve outros usos, como delegacia de polícia, Assembleia Legislativa e sede da Prefeitura de São Paulo.

    Em 2009, o prédio foi devolvido à sua finalidade original, ao acolher o Catavento Cultural e Educacional. 

    Av. Mercúrio, Parque Dom Pedro II, s/n – Centro
    (11) 3246-4000
    @museucatavento | museucatavento.org.br 
    De terça a domingo das 9h às 16h 
    R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20 (inteira)

    Bresser-Mooca

    Museu da Imigração

    Fundado em 1887 como Hospedaria dos Imigrantes, o espaço foi transformado em museu com a finalidade de preservar a história de imigrantes de diversas partes do mundo, que vieram ao Brasil em busca de novas oportunidades.

    Segundo a Sociedade Promotora da Imigração, formada por cafeicultores da época, a construção do edifício visava a promover a inserção dos imigrantes na província de São Paulo.

    Também concentrava o sistema de encaminhamento desses trabalhadores para atuação na agricultura, uma vez que o afluxo de pessoas de diferentes nacionalidades só aumentava.

    Era a partir do Porto de Santos que os novos moradores chegavam ao Brasil. Em seguida, eram levados até a hospedaria, onde ficavam alojados por um período de cinco a oito dias, até serem enviados para iniciar o trabalho nas fazendas. 

    Em 1998, foi criado o Memorial do Imigrante, que funcionou até de 2010. A partir daquele ano, o local passou por uma restauração dos telhados, fachadas e esquadrias.

    Também foi feita uma adequação em sua arquitetura, para melhor atender a museografia, com a instalação de elevadores e áreas de apoio.

    R. Visc. de Parnaíba, 1316 - Mooca
    (11) 2692-1866
    @museudaimigracao | museudaimigracao.org.br 
    De terça a sábado, das 9h às 17h | Domingo, das 10h às 18h 
    R$ 8 (meia-entrada) e R$ 16 (inteira)
    Entrada gratuita para PCDs e crianças de até 7 anos
    Maria Fumaça: adicional de R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira)

    Belém

    Parque Estadual do Belém Manoel Pitta | Fábrica de Cultura do Belém

    Em 2001, a área de 292.000 m², onde funcionava a unidade Tatuapé da extinta Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor (FEBEM), foi destinada à implantação do Parque Estadual do Belém.

    O nome do espaço foi alterado em 2013, para incluir o nome de Manoel Pitta, antigo e conhecido morador do bairro.

    O espaço sedia atividades cívicas, culturais, esportivas e recreativas da população e conta com programas de educação e orientação de crianças e jovens carentes. 

    O parque tem sido palco de ações coletivas de educação ambiental e de plantio de árvores nativas da mata atlântica, em especial, árvores frutíferas, algumas pouco conhecidas, como: araçá-amarelo, gabiroba, araçá-roxo, tarumã, uvaia, araticum, grumixama, ingá e o Cambuci – árvore símbolo da cidade de São Paulo e ameaçada de extinção.

    O visitante tem à sua disposição quadras poliesportivas, quiosques, ciclovia, pista de corrida e de skate, áreas de ginástica, playgrounds e praças de estar. 

    A área urbana também engloba a Fábrica de Cultura do Belém, que mantém cursos para crianças e jovens, e a Escola Técnica Estadual (ETEC) do Belém, com turmas de ensino médio e técnico, para cerca de 1.000 alunos.

    Esta unidade da Fábrica de Cultura foi inaugurada em junho de 2012 e tem um teatro com 277 lugares, totalmente equipado para apresentações de artes cênicas e música, salas de aula, biblioteca e estúdio de som.

    O espaço também recebe apresentações de circo e possui salas de uso múltiplo e para artes plásticas.

    O prédio onde funciona a Fábrica abrigou o Reformatório das Meninas, na década de 1930, e após um incêndio ocorrido em 1990, passou por uma grande reforma, mantendo as características originais, mesclando a antiga alvenaria com a contemporânea.

    Av. Celso Garcia, 2593 - Belenzinho
    Parque: aberto diariamente, das 6h às 18h | Entrada gratuita
    guiadeareasprotegidas.sp.gov.br/ap/parque-estadual-manoel-pitta-belem-pbmp 
    Fábrica de Cultura: de terça a domingo, das 9h às 17h | 
    @fabricadeculturabelem | fabricadecultura.org.br/parque-belem

    Sesc Belenzinho

    A unidade do Serviço Social do Comércio fica na zona Leste, e foi o primeiro Centro Social do Sesc na capital, sendo originalmente batizado como Centro Social Bento Pires de Campos.

    Com área total construída de 50.000 m², é palco de diversas ações voltadas ao bem-estar, ao lazer, aos esportes, ao convívio e ao desenvolvimento cultural e social de toda a comunidade.

    Tem piscina externa e interna (de uso exclusivo para credenciados), praça, biblioteca, ginásio multifuncional, quadras externas, sala de expressão corporal, espaço de brincar, consultórios de odontologia e o Espaço de Tecnologias e Artes.

    Outros ambientes são a comedoria-restaurante, que também sedia shows de música, o teatro com capacidade para 374 pessoas e salas multiúso para espetáculos.

    R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho
    (11) 2076-9700
    @sescbelenzinho | www.sescsp.org.br/unidades/belenzinho 
    De terça a domingo, das 9h às 21h
    Entrada gratuita. Os preços das atividades variam.

    Tatuapé

    Casa do Tatuapé

    É uma construção característica do ciclo bandeirista (século 17), sendo a mais antiga deste ciclo em São Paulo e uma das poucas que ainda restam conservadas.

    Erguida em taipa de pilão, ela se diferencia de outros exemplares remanescentes do período colonial por apresentar telhado de apenas ‘duas águas’. 

    
    

    Vista lateral da Casa do Tatuapé. | Foto: Leando Criscuolo. / Wikimedia Commons

    Foi construída entre 1668 e 1698, em um terreno pertencente ao padre Matheus Nunes de Siqueira, seu construtor teria sido Mathias Rodrigues da Silva, nomeado pelo padre como administrador de seus bens.

    Em meados do século 19, o sítio passou a abrigar uma olaria onde telhas e tijolo eram fabricados. Nos anos 1970, a Casa do Tatuapé foi adquirida pela Prefeitura. A Casa do Tatuapé foi aberta à visitação pública em 1981 e faz parte do Museu da Cidade de São Paulo. 

    R. Guabijú, 49 – Tatuapé
    (11) 2296-4330
    www.museudacidade.prefeitura.sp.gov.br/sobre-mcsp/casa-do-tatuape
    De terça a domingo, das 09h às 17h 
    Entrada gratuita

    Parque Piqueri

    Este parque público possui uma área de 97.272 metros quadrados e uma flora variada, que abriga desde pequenos arbustos até árvores de grande porte.

    O espaço tem áreas de estar, pista de cooper, bicicletário, campo de futebol de areia, quadra de campo, quadras poliesportivas, aparelhos de ginástica, playgrounds, lago, palco para apresentações artísticas, sanitários, canchas de bocha e um Ponto de Leitura.

    Sua origem está ligada à antiga Chácara do Piqueri que, em 1927, pertencia ao conde Francisco Matarazzo. Situada junto à foz do ribeirão do Tatuapé, constituía-se de uma casa sede, pomar, granja e uma área para criação de diversos animais, além de uma fábrica de queijos e uma área destinada às Indústrias Matarazzo.

    Em 1954, uma parte da chácara foi vendida, e o parque foi inaugurado no dia 16 de abril de 1978, pelo então prefeito Olavo Setúbal.

    Na entrada principal há um gradil do portão datado de 1901, que foi transferido do Parque da Luz para o Piqueri, antes de sua abertura.

    Como o rio Tietê beirava o limite da chácara, dentro do parque ainda é possível ver restos do ancoradouro dos barcos onde os visitantes eram recepcionados.

    R. Tuiuti, 515 - Tatuapé
    (11) 2097-2213
    Aberto diariamente das 6h às 18h
    Entrada gratuita

    Teatro Fernando Torres

    Inaugurado em 19 de agosto de 2012, o teatro foi construído pelo Colégio Agostiniano Mendel e recebeu o nome do ator Fernando Torres (1927-2008).

    A sala de espetáculos tem capacidade de 685 lugares na plateia, incluindo dez assentos reservados para PNE (Pessoas com Necessidades Especiais), com palco do tipo italiano, com 170 m² de área.

    A área de espera é um foyer de 300 m², com uma cafeteria. Sua programação inclui peças de teatro para adultos e crianças, stand-up e shows.

    R. Padre Estevão Pernet, 588 - Tatuapé
    (11) 2227-1025
    @teatrofernandotorres | www.teatrofernandotorres.com.br
    Horário de funcionamento e preços são definidos de acordo com a programação

    Carrão

    Parque Municipal do Tatuapé Sampaio Moreira

    Administrado pela prefeitura, o espaço oferece aos visitantes quadras de futebol e basquete, playground e academia ao ar livre.

    Também tem pistas onde é possível caminhar, correr, andar de bicicleta, patinete, skate e levar cachorros para um passeio.

    R. Monte Serrat, 230 - Tatuapé
    Aberto diariamente das 6h às 22h
    Entrada gratuita

    CEU Carrão Tatuapé Maria Carolina de Jesus

    Localizado ao lado do Parque Municipal do Tatuapé, esta unidade dos Centros Educacionais Unificados (CEU) foi batizada em homenagem à escritora, poetisa e contista negra Carolina Maria de Jesus, reconhecida internacionalmente pela obra “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” (1960). 

    Este complexo multifuncional é dedicado à educação integrada para todas as idades, e oferece aulas, cursos, oficinas, shows e espetáculos, além de ser um espaço democrático de convivência.

    Os visitantes têm acesso a uma biblioteca, telecentro e bebeteca, para crianças de zero a três anos, com mobiliário e mediação pedagógica, além de salas multiúso, estúdios e laboratórios para oficinas, tecnologia e criação.

    A infraestrutura esportiva inclui piscinas, quadras poliesportivas, ginásio e áreas externas para prática esportiva diversificada.

    R. Monte Serrat, 380 - Tatuapé
    (11) 5990-3364
    @ceucarraotatuape | https://baccarelli.org.br/ceus/ceu-carrao
    De segunda a sexta, das 7h às 22h | Sábados e domingos, das 8h às 20h | Feriados, das 8h às 18h
    Entrada gratuita

    Engenho Teatral

    Também localizado no Parque Tatuapé, o Engenho Teatral é a sede do grupo de mesmo nome. Foi fundado em 1979, com a estreia do espetáculo “Mãos Sujas de Terra”, quando a companhia ainda se chamava Apoena.

    Em 1986, a trupe se uniu ao Engenho de Arte. No mesmo período, também foi consolidada a a ideia de abandonar o Bixiga, na Bela Vista, bairro de origem do grupo.

    Foi no início dos anos 1990, que o Engenho Teatral foi criado: trata-se de um teatro móvel bem equipado, com uma proposta inovadora de como fazer teatro, marcada pela mudança para a zona Leste.

    R. Monte Serrat, 120 - Tatuapé
    (11) 96888-7748
    @engenhoteatral | engenhoteatral.wixsite.com/engenhoteatral
    Aberto de acordo com a programação
    Entrada gratuita

    Penha

    Basílica de Nossa Senhora da Penha

    Uma das maiores igrejas dedicadas à Nossa Senhora da Penha, um ícone da fé católica, a basílica fica no Centro Histórico da Penha de França, destacando-se na paisagem do bairro.

    A igreja chama a atenção, inclusive daqueles que chegam ao bairro pelo metrô ou durante a noite, graças a sua fachada iluminada e às cruzes luminosas das torres. 

    Sua criação teve início em 5 de setembro de 1957, com o lançamento de sua pedra fundamental por Dom Carlos de Vasconcelos Mota.

    
    
    A basílica de Nossa Senhora da Penha

    A basílica de Nossa Senhora da Penha. Foto: Josué Alves Vicente / Wikimedia Commons

    A primeira missa da igreja foi celebrada no Natal de 1967 e, no dia 7 de junho de 1985, o novo Santuário de Nossa Senhora da Penha foi elevado à condição de Basílica Menor, pelo então Papa João Paulo 2º.

    A Bula Pontifícia lembra a condição de Nossa Senhora da Penha como padroeira civil da cidade de São Paulo

    R. Santo Afonso, 199 – Penha de França 
    (11) 2295-4462 
    @basilicadapenhasp | www.basilicadapenha.com.br 
    Diariamente, das 7h30 às 17h
    Missas: De segunda a sábado, às 7h30, 12h e 15h | Domingos, às 7h30, 10h30 e 19h
    Entrada gratuita

    Corinthians-Itaquera

    Arena Corinthians | Neo Química Arena

    Inaugurada em 10 de maio de 2014, a Arena Corinthians é uma arena multiuso de propriedade do time de mesmo nome. Neste dia foi realizada uma partida amistosa Corinthians x Corinthians, na qual participaram mais de 100 ex-jogadores do ‘Timão’. Em 18 de maio de 2014 em uma partida entre Corinthians e Figueirense, com derrota do time paulista pelo placar de 1 a 0, na Série A do Campeonato Brasileiro daquela temporada.

    Poucas semanas depois de sua inauguração oficial, sediou a cerimônia de abertura da Copa do Mundo FIFA de 2014, que incluiu a partida entre Brasil e Croácia, no qual Brasil venceu por 3 a 1, e outros cinco duelos do torneio, entre os quais uma semifinal.

    
    
    Neo Química Arena

    Espaço interno do campo da Neo Química Arena. | Foto: Kaique Idalgo/ Divulgação Corinthians

    O projeto arquitetônico da arena é único se comparado aos grandes estádios do mundo: sem seguir um conceito convencional, a casa alvinegra foi moldada em um formato retangular, que aproxima a torcida do campo de jogo e garante a visibilidade para todos os presentes. A sensação do torcedor é de estar muito perto do que está acontecendo no gramado. 

    Av. Sport Club Corinthians Paulista, 3158 - Itaquera
    (11) 31524001
    @neoquimicaarena | www.neoquimicaarena.com.br
    Horário de funcionamento e preços são definidos de acordo com a programação
    Visitas guiadas: diariamente, das 10h às 16h 

    Parque do Carmo Olavo Egydio Setúbal

    Com uma área de aproximadamente 1.500.000 metros quadrados, este parque municipal é o segundo maior parque urbano do município de São Paulo. Conta com uma imensa reserva de Mata Atlântica, além de uma vasta fauna e flora e lagos. 

    O espaço oferece aos visitantes um  anfiteatro natural, aparelhos de ginástica, campos de futebol, ciclovia, pista de Cooper, playgrounds, quiosques, churrasqueiras, gramado para piquenique, sanitários, fonte interativa e redário. 

    Nele, funcionam no local o Viveiro Arthur Etzel, o Planetário Prof. Acácio Riberi, o Bosque da Leitura e a Base da Guarda Civil Metropolitana, além do Museu do Meio Ambiente.

    Seu núcleo esportivo contém quadras poliesportivas, cantinho para ioga, pista de atletismo, playground, vestiário, churrasqueira, campo de futebol, 02 mini quadra de basquete, arquibancadas e sanitários.

    Av. Afonso de Sampaio e Sousa, 951 - Itaquera
    @parquedocarmosp | www.parquedocarmo.net 
    Aberto diariamente, das 5h30 às 20h
    Entrada gratuita

    Sesc Itaquera

    Outra unidade do Serviço Social do Comércio na zona Leste, o Sesc Itaquera foi inaugurado em 29 de outubro de 1992.

    Foi projetada pelos arquitetos Eduardo de Castro Mello e Cláudio Cianciarullo, e é tido como uma unidade campestre do Sesc São Paulo.

    São 350 mil metros quadrados de área, sendo mais de 100 mil m2 construídos, dedicados ao esporte, à cultura, ao lazer e ao contato com a natureza.

    A unidade oferece aos visitantes, comedoria-restaurante, parques lúdicos, espaços de brincar, biblioteca, ginásio de esporte e quadras, além do Espaço de Tecnologia e Artes.

    Os consultórios odontológicos e o parque aquático são de uso exclusivo dos credenciados do Sesc.

    O Sesc Itaquera está localizado em uma Área de Proteção Ambiental (APA), onde vivem diversas espécies de aves e animais silvestres.

    Para ajudar a preservar esse ambiente e garantir uma visita segura para todas as pessoas, algumas práticas não são permitidas: entrada de animais (exceto cão-guia); utilização de drones; soltar ou empinar pipas em nenhum espaço da unidade.

    Av. Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera
    (11) 2523-9200
    @sescitaquera | www.sescsp.org.br/unidades/itaquera 
    Dias e horários – veja a programação aqui
    De quarta-feira a domingo, das 9h às 17h 

    Sesi Itaquera

    Essa unidade do Serviço Social da Indústria (Sesi) na zona Leste de São Paulo é a mais recente da instituição, inaugurada em 19 de setembro deste ano.

    Localizado ao lado da Neo Química Arena e a 400 metros da estação de metrô Corinthians-Itaquera, a nova estrutura reúne cultura, esporte, formação e convivência em um mesmo lugar, e foi pensado para ampliar o acesso da população a diferentes linguagens artísticas, práticas esportivas e experiências para todas as idades.

    O centro cultural possui teatro com 394 lugares, palco com abertura à área externa para shows com até 5.000 pessoas, sala multiúso, duas quadras modulares de basquete 3×3, uma quadra modular de pickleball e duas pistas de skate padrão olímpico: street e park.

    Em breve, também serão abertos ao público um polo com salas de cultura, auditório, palco, café, sala de projeção, espaço maker, mezanino, além de outros ambientes voltados à comunidade.

    A unidade também terá um Núcleo de Dança e um Núcleo de Artes Cênicas, voltados à formação, criação e experimentação artística.

    As atividades serão apoiadas por uma Sala Multiuso, com capacidade para até 50 pessoas, destinada a aulas, workshops, palestras, encontros e outros eventos.

    Av. Miguel Ignácio Curi, 2438 – Itaquera
    (11) 97715-1669
    @centroculturalsesi.itaquera | centroculturalitaquera.sesisp.org.br
    De segunda a sábado, das 8h às 20h | Domingos, das 8h às 12h
    Entrada gratuita

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    Pedro A. Duarte

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    Formado em Jornalismo pela FAAP. Especialista em Jornalismo Científico pelo Labjor Unicamp.