Bar dos Arcos homenageia balcões latino-americanos
A partir de 30 de julho, drinques e pratos revisitam bares e cozinhas de seis países latino-americanos

Informações
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Data de inicio e término
30/07/2026 até 30/07/2026
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Dias da semana e horários
Terça e quarta, das 18h à 1h | quinta e sexta, das 18h às 2h | sábado, das 18h às 3h
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Mais detalhes
O Bar dos Arcos estreia, a partir de 30 de julho, uma nova carta de drinques e pratos batizada de “Aos balcões de Latinoamérica. Com amor, Arcos.”.
Instalado no subsolo do Theatro Municipal de São Paulo, o bar transforma memórias de viagem, histórias ouvidas ao longo dos anos e referências da cultura popular latino-americana em um roteiro que passa por Cuba, México, Bolívia, Uruguai, Colômbia e Brasil.
A direção criativa é assinada pela bartender Chula Barmaid e pela chef Gabriela Monteiro. Juntas, elas construíram um percurso que vai de Havana a Recife, passando por La Paz, Minas Gerais, Montevidéu e Medellín — cada receita parte de um endereço, uma paisagem ou uma lembrança específica.
Drinques
Entre os drinques, o La Bodeguita del Medio reinterpreta o mojito com rum envelhecido, hortelã, goiaba e tomates assados (R$ 39).
O Montevideo al Sur combina whisky infusionado com ameixas, vermute, grapefruit e tintura de laranja (R$ 45), enquanto o Las Cholitas, inspirado em La Paz, une cachaça, amendoim torrado, chicha morada e sorvete de milho clarificado (R$ 39).
Do México vêm o La Guarida, com tequila añejo, tamarindo, água de jamaica, cítricos, coco e café (R$ 49), e o Despacho Margarita, versão fresca e levemente salgada com tequila, jalapeño, coentro, salsão e limão (R$ 59).
O percurso brasileiro inclui o Restaurante Leite, com caju caramelizado, cachaça, rum e cítricos clarificados com leite (R$ 43), e o Café Palhares, que leva whisky, doce de leite e puxuri (R$ 55).
A carta reserva ainda um espaço próprio para martínis autorais — Tomates, Pesto e Sujo —, além de clássicos revisitados, a partir de R$ 41.
Gastronomia
Na cozinha, o cardápio segue o mesmo roteiro. Entre as entradas estão a batata rústica com esquites (R$ 39) e a cruda com totopos (R$ 59), ambas com referências mexicanas, além da lhajua assada com humita, de inspiração boliviana (R$ 39), e do sanduíche cubano medianoche (R$ 77).
Nos principais, a cazuela colombiana de camarões (R$ 78) divide espaço com a picanha com batata-bolinha e chimichurri, de influência uruguaia (R$ 103), e com pratos brasileiros como canjiquinha crocante, croquete de siri, hamburguinhos da Pina e arroz frito com barriga de porco, a partir de R$ 42.
Entre as sobremesas, a rabanada três leches (R$ 41) e a tostada de chocolate com chamoy e o tabuleiro mineiro, ambos a R$ 37, fecham a experiência.
A proposta, segundo a equipe do bar, não é reproduzir literalmente pratos e bebidas de cada região, mas aproximar ingredientes, territórios e lembranças — servindo interpretações de uma América Latina ao mesmo tempo real e imaginária.
Dados de contato
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