Festival reúne 16 versões de cuscuz no CTN
Evento gratuito no CTN reúne 16 receitas de cuscuz nordestino nos fins de semana de agosto

Informações
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Data de inicio e término
08/08/2026 até 30/08/2026
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Dias da semana e horários
Sábados e domingos, das 11h às 22h
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Valores
Entrada gratuita; consumo à parte
Mais detalhes
O Centro de Tradições Nordestinas (CTN) recebe, entre os dias 8 e 30 de agosto, a segunda edição do “Festival Nordeste in Sampa”. O evento é gratuito e reúne diferentes versões de um símbolo da cozinha do Nordeste: o cuscuz.
Ao longo do mês, os restaurantes e quiosques do centro apresentam 16 receitas do prato, com combinações que vão de camarão e carne de sol a queijo coalho e goiabada. O festival acontece aos sábados e domingos, das 11h às 22h.
Entre as opções estão o cuscuz recheado com frango, milho e requeijão, do Sabor de Mainha; o cuscuz com camarão, banana-da-terra, queijo muçarela e leite de coco, do Cordel & Sabor; e o cuscuz de carne louca, da Tábua Nordestina.
O Chapéu de Couro serve a versão com calabresa e vinagrete, o Xique no Úrtimo aposta no cupim bovino e o Jeri, no camarão grelhado.
A farofa de cuscuz recheada com calabresa, ovo, bacon, jabá desfiado, cebolinha e coentro é a proposta do Recanto Nativo. O Cabra prepara o cuscuz de rabada desfiada com polenta mole, e a Família Kariri, a versão com carne seca desfiada e queijo muçarela.

Cuscuz Banoffe | Foto: divulgação
No Baião, o cuscuz leva manteiga e creme de leite e é servido com carne seca e feijão-de-corda. O Santo Nordeste combina o prato com carne de sol e queijo coalho grelhado.
O Quiosque Oh Meu Rei apresenta três versões: o cuscuz doce banoffee, o cuscuz vulcão com creme de galinha e creme de costela, e o cuscuz com queijo coalho e cobertura de goiabada cremosa. Completam a lista o cuscuz de cocada, do Quiosque da Cocada, e o cuscuz de tapioca com geleia de morango, do Café Canovas.
Origem do prato
O cuscuz tem origem entre povos do Norte da África, onde era preparado com sêmola de trigo cozida no vapor. A receita chegou ao Brasil durante o período das grandes navegações e passou por uma adaptação local: a sêmola foi substituída pela farinha de milho flocada, produzida pelos povos indígenas, dando origem à versão que se popularizou no país.
No Nordeste, o prato se tornou parte do cotidiano e está presente no café da manhã, no almoço, no jantar e até nas sobremesas, combinado com manteiga, ovos, queijo, carne de sol e carne seca.
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