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	<title>Sérgio Guizé Archives | Viva a Cidade</title>
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	<description>Acompanhe as últimas notícias de São Paulo no Viva A Cidade News. Informações atualizadas sobre tudo o que acontece na cidade.</description>
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	<title>Sérgio Guizé Archives | Viva a Cidade</title>
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		<title>Descrença na humanidade leva Deus ao divã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com Bianca Bin e Sérgio Guizé, “Meu Deus!” mostra angústias do 'Todo Poderoso' em sessão de terapia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Escrita pela dramaturga israelense Anat Gov (1953-2012), a peça “<a href="https://vivaacidadenews.com.br/events/meu-deus-teatro-das-artes/" target="_blank" rel="noopener">Meu Deus!</a>” ganha uma nova montagem, protagonizada por Bianca Bin e Sérgio Guizé, atualmente em cartaz no </span><b>Teatro das Artes</b><span style="font-weight: 400;">, do Shopping Eldorado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigida por Elias Andreato, a peça acompanha a psicóloga Ana (interpretada por Bianca Bin), que vive uma rotina marcada pelo desafio de ser mãe solo de um rapaz com autismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dia, ela recebe a visita de um paciente peculiar: Deus (Sérgio Guizé). De acordo com o Criador, o motivo da consulta seria um quadro de depressão, causada pelo sentimento de descrença com a humanidade.</span></p>
<div id="attachment_52073" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-52073" class="wp-image-52073 " src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-1024x683.png" alt="" width="700" height="467" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-1024x683.png 1024w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-300x200.png 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-768x512.png 768w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-1536x1025.png 1536w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_2-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-52073" class="wp-caption-text">Sérgio Guizé interpreta Deus. | Foto: Caio Oviedo/Divulgação</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa de levar o texto novamente aos palcos veio de Elias, que já havia dirigido a primeira versão brasileira da peça, em 2014, protagonizada por Irene Ravache e Dan Stulbach.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Doze anos se passaram desde então, e o diretor diz ter percebido que muita coisa mudou no mundo. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Tudo ficou mais violento e mais comunicado. O celular passou a ter uma importância maior nas nossas vidas e tornou a violência presente 24 horas por dia”, reflete.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, ele diz que os temas abordados pela autora são recebidos com mais impacto atualmente. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Nós estamos precisando de um olhar mais amoroso por tudo e por todos. </span>Quando fiz essa montagem lá atrás, com a Irene [Ravache] e o Dan [Stulbach], não me lembro de que o texto tenha me impactado tanto”, revela.</p></blockquote>
<p>Ele ressalta, entretanto, que não teve uma visão mediana ou rasteira do espetáculo, naquela época.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mas é que o texto, hoje, me pega de um jeito… A gente se questiona muito como artista: ‘o que você vai falar? O que você vai levar para cima do palco?’ Diante desse texto, me peguei pensando que estamos vivendo guerras, a monopolização de Deus para todos os lados e o preconceito contra as religiões; é tudo muito violento. E, de repente, você pega uma dramaturga que não faz a cabeça de ninguém, que parte de um ponto de vista humano, da sensibilidade, e questiona ‘como é que podemos viver nesse mundo sem acreditar em alguma coisa?’. Isso me toca.”</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia de fazer a montagem com Bianca e Sérgio partiu do diretor, que abordou o casal após a apresentação de um espetáculo que viram juntos, e ele logo lhes entregou o texto de “Meu Deus!”.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;"> “Eu fui arrebatada pelo texto”, lembra Bianca. &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">Escolho os meus projetos principalmente pela dramaturgia. Ao conhecer uma personagem, se eu me identificar com as palavras [do texto] e acreditar que é o que gostaria de dizer naquele momento, é o que basta para dizer ‘sim’ a um projeto.”</span></p></blockquote>
<h2 id="peca-de-sofa">Peça &#8216;de sofá&#8217;</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto de Anat Gov é, para Elias, o que se chama de &#8216;peça de sofá&#8217;: um tipo de espetáculo que normalmente é situado na sala de um apartamento, em que dois ou mais personagens com pontos de vista distintos precisam conversar para chegar em um ponto comum.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Nós, artistas, gostamos de fazer espetáculos para se experimentar, para transpirar… para interpretar um louco. Às vezes uma ‘peça de sofá’ nos ensina muito mais do que qualquer loucura. Porque você tem que lidar com o simples, com a delicadeza, com a violência, com tudo ao mesmo tempo, sem perder o tom e sem perder o espectador”, explica.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se também de um tipo de dramaturgia que propõe um diálogo mais direto com o público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, não se trata de &#8216;se vender&#8217; para o espectador, diz o diretor, pois quem comanda &#8216;o jogo&#8217; ainda são os artistas no palco. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Por mais que você queira rir, eu não posso &#8216;entrar na sua&#8217;, para não perder a delicadeza ou a intenção do autor. Mas eu tenho que pensar em você, porque o público tem que fazer parte desse jogo&#8221;, completa.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele afirma que esse tipo de dramaturgia é um grande exercício para os atores.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Fui muito amigo do Paulo Autran [1922-2007], e ele fez muitas comédias dessa forma, com sutilezas e humor. Me lembro que, quando eu era jovem, ia assisti-lo e achava caretíssimo. Via aquele teatro com 1.200 pessoas aplaudindo de pé e, lá no fundo, eu sentia ódio, pensava ‘não sei o que a pessoa vê nisso’. Ficava com inveja, né? Na verdade, a essência básica era inveja. E ele me ensinou isso, me falou: ‘Isso é um grande exercício para um ator, porque você tem uma partitura muito vasta’&#8221;, Elias conta.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">No fim das contas, Elias Andreato acabou dirigindo Paulo Autran em uma &#8216;peça de sofá&#8217; no ano 2000. Trata-se de “<a href="https://vivaacidadenews.com.br/events/visitando-o-sr-green-teatro-uol/" target="_blank" rel="noopener">Visitando Sr. Green</a>”, de Jeff Baron, história em que um idoso judeu recebe a visita de um rapaz que será seu cuidador. </span><span style="font-weight: 400;">Agora, ele próprio sobe ao palco para interpretar o personagem título, em espetáculo que está em cartaz no <a href="https://teatrouol.com.br/espetaculos/visitando-o-sr-green/" target="_blank" rel="noopener">Teatro Uol</a>, após uma temporada no </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/115203/d/391182" target="_blank" rel="noopener">Teatro Vannucci</a> (Shopping da Gávea), no </span><span style="font-weight: 400;">Rio de Janeiro.</span></p>
<h2 id="deus-no-diva">Deus no divã</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De volta para a peça em exibição no Teatro das Artes: Bianca Bin e Sérgio Guizé aproveitam a &#8216;vasta partitura&#8217; do texto de “Meu Deus!” para dar vida a personagens com motivações e dilemas internos que extrapolam os conflitos cotidianos e se tornam alegorias.</span></p>
<div id="attachment_52075" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-52075" class="wp-image-52075 " src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-1024x683.png" alt="" width="700" height="467" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-1024x683.png 1024w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-300x200.png 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-768x512.png 768w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-1536x1024.png 1536w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_4-1-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-52075" class="wp-caption-text">Bianca Bin interpreta Ana, ao lado de Enzo Morente (Paulo). | Foto: Divulgação</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A atriz conta que sua personagem, Ana, simboliza a humanidade contemporânea. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Representar essa personagem, no fim das contas, é se aproximar cada vez mais da minha humanidade. Quando atuo, sou sempre eu na circunstância da outra. Eu não sou mãe, não sou mãe solo, mas consigo me colocar na circunstância e imaginar o quanto essa mulher é sobrecarregada, o quanto ela está exausta, o quanto ela está descrente, o quanto ela se sente ferida, o quanto ela carrega o mundo nas mãos, assim como muitas mulheres que a gente conhece e que estão próximas de nós.”</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ela, o exercício da atriz e do ator é se colocar no lugar do personagem. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente empresta nossa carne, nossas emoções, nossos sentimentos. Para mim, Ana representa exatamente a fragilidade humana, a necessidade de afeto e a descrença. Mas ela também tem otimismo, compaixão, esperança e amorosidade.”</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Sérgio Guizé, por outro lado, diz ter um desafio peculiar: como interpretar um personagem que não tem corpo, cuja forma física é desconhecida? </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Eu sabia que ia ser uma alegoria de Deus, que ia representar muita coisa e não o Deus que tentam nos ensinar na infância – esse Deus da barba branca e tal”, conta.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele explica que seu personagem nada mais é que um homem, que se dispõe a discutir suas próprias fragilidades, e elas espelham as angústias humanas. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A genialidade de Anat Gov está justamente nisso: tirar [Deus] do altar e colocar no divã, para levantar questões sobre fé e saúde mental”, diz o ator.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ele, cada personagem tem de ser feito de dentro para fora. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Deus não tem corpo, não tem forma. Acredito que, nesse caso, ele seja um sentimento, e é muito interessante começar a dar corpo a esse sentimento. Dar corpo e jogar. Porque a criação só é possível a partir desse jogo com a psicóloga Ana, do jogo com a Bianca.”</span></p></blockquote>
<div id="attachment_52076" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-52076" class="wp-image-52076 " src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-1024x683.png" alt="" width="700" height="467" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-1024x683.png 1024w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-300x200.png 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-768x512.png 768w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-1536x1025.png 1536w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_5-2048x1366.png 2048w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-52076" class="wp-caption-text">Sérgio Guizé interpreta Deus em crise. | Foto: Caio Oviedo/Divulgação</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Casados há quase sete anos, Sérgio e Bianca acreditam que a convivência contribuiu para a criação de seus personagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles moram em uma chácara em Indaiatuba (a 100 km da capital) e, para ensaiar a peça, precisavam ir até um espaço que fica na Lapa, na zona Oeste de São Paulo. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O trajeto de casa até o ensaio dava mais ou menos uma hora”, Bianca conta. “Era o tempo ideal para fazer uma passagem de texto do início ao fim. Ter uma réplica o tempo todo me ajudou a decorar mais rápido, me ajudou a aprofundar no texto. Foi mais intenso e, ao mesmo tempo, um facilitador.”</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Sérgio confessa que eles também se divertiram passando o texto juntos. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Quer dizer, depois das nove horas da noite, nem tanto”, brincou. “Entrei de corpo e alma neste projeto, também por conta da Bianca. </span>Dividir [a cena] com ela é sempre maravilhoso, porque ela é uma atriz de muito talento, que escolhe muito bem seus personagens. A Ana que ela faz é uma potência, e isso ajuda a construir o meu fragilizado Deus, que &#8216;pisa em ovos&#8217; com ela.<span style="font-weight: 400;">”</span> E finaliza brincando amorosamente: <span style="font-weight: 400;">“</span>Eu também &#8216;piso em ovos&#8217; com Bianca.”</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;"> A atriz fala que também sente prazer em estar em cena com Sérgio. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Sempre admirei o trabalho do Guizé, mesmo antes de termos um envolvimento pessoal”, revela. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Bianca, o mesmo afeto do qual eles se valem para entrar em cena é a cura que Anat Gov encontrou para as personagens de “Meu Deus!”: “É o afeto pelo encontro”, pontua.</span></p>
<div id="attachment_52077" style="width: 711px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-52077" class="wp-image-52077 " src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/07/MeuDeus_CaioOviedo_6-1024x688.png" alt="" width="701" height="471" /><p id="caption-attachment-52077" class="wp-caption-text">Sérgio Guizé e Bianca Bin, em cena de &#8220;Meu Deus&#8221;. | Foto: Caio Oviedo/Divulgação</p></div>
<h2 id="onde-ver"><b>Onde ver?</b></h2>
<pre><b>Teatro das Artes (Shopping Eldorado)</b>
<span style="font-weight: 400;">Av. Rebouças, 3970 - Pinheiros</span>
<a href="https://www.instagram.com/teatrodasartes/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">@teatrodasartes</span></a><span style="font-weight: 400;"> | </span><a href="https://www.instagram.com/meudeusteatro/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">@meudeusteatro</span></a>
<span style="font-weight: 400;">Sextas e sábados, às 20h | Domingos, às 17h | Até 01 de novembro</span>
<a href="https://www.eventim.com.br/artist/meu-deus/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">De R$ 60 (meia-entrada) a R$ 160 (inteira)</span></a>
<a href="https://vivaacidadenews.com.br/events/meu-deus-teatro-das-artes/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Saiba mais</span></a></pre>
<p>__</p>
<h3 id="leia-mais"><strong>LEIA MAIS:</strong></h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://vivaacidadenews.com.br/entretenimento/teatro/teatro-historias-lindas-morrer/" target="_blank" rel="noopener">Peça transforma finitude e medicina em poesia</a></strong></li>
<li><a href="https://vivaacidadenews.com.br/entretenimento/teatro/teatro-ruth-escobar-nova-gestao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Teatro Ruth Escobar: entre o passado e o futuro</strong></a></li>
<li><a href="https://vivaacidadenews.com.br/entretenimento/teatros-historicos-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça os teatros históricos da capital paulista</strong></a></li>
</ul>
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