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	<title>Teatro | Viva a Cidade</title>
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	<description>Acompanhe as últimas notícias de São Paulo no Viva A Cidade News. Informações atualizadas sobre tudo o que acontece na cidade.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Oct 2026 19:30:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Teatro | Viva a Cidade</title>
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		<title>&#8220;Batalha Oroboro&#8221; reúne rap, repente e resistência</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/batalha-oroboro-rap-repente-resistencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo “Batalha Oroboro – Rap, Repente, Resistência”, do grupo Pequeno Teatro do Mundo, aproxima as batalhas de rima do hip-hop dos desafios do repente nordestino. Com marionetes de fio e referências à trajetória do poeta popular Cego Aderaldo, a montagem é voltada ao público jovem e adulto e aborda as conexões entre tradição, cultura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo “Batalha Oroboro – Rap, Repente, Resistência”, do grupo Pequeno Teatro do Mundo, aproxima as batalhas de rima do hip-hop dos desafios do repente nordestino. Com marionetes de fio e referências à trajetória do poeta popular Cego Aderaldo, a montagem é voltada ao público jovem e adulto e aborda as conexões entre tradição, cultura urbana e improvisação poética.</p>
<p>A narrativa acompanha Lyz, uma jovem MC cega, e seu avô, um poeta repentista que migrou para São Paulo. Interpretados por marionetes manipuladas pelos artistas Fábio Retti e Fabiana Vasconcelos Barbosa, os personagens protagonizam um encontro entre gerações, linguagens e experiências culturais distintas.</p>
<p><strong>Pesquisa e inclusão</strong></p>
<p>A montagem é resultado do projeto “Do Rap ao Repente — Uma Pesquisa Geracional”, idealizado pelo grupo Pequeno Teatro do Mundo, de Bragança Paulista.</p>
<p>O processo de criação incluiu uma residência artística no Cariri, no Ceará, com mestres da cultura sertaneja e supervisão de Dane de Jade. A equipe também recebeu orientação sobre a cultura hip-hop de Roberta Estrela D’Alva, do núcleo Bartolomeu de Depoimentos, e contou com composições do rapper Dextape Emece.</p>
<p>Um artista cego e um jovem talento participaram da criação e da dramaturgia, contribuindo para a abordagem da deficiência visual e da cultura urbana na peça.</p>
<p>Ao aproximar o rap contemporâneo do repente nordestino, “Batalha Oroboro” destaca a palavra improvisada como forma de expressão, resistência e diálogo entre passado e presente.</p>
<p>Os ingressos para o espetáculo estão disponíveis <a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/batalha-oroboro/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Marcelo Médici volta aos palcos com &#8220;Dona Lola&#8221;</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/dona-lola-marcelo-medici-teatro-uol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Médici volta a São Paulo com sua premiada comédia Dona Lola, para uma curta temporada no Teatro Uol, do Pátio Higienópolis, de 31 de outubro a 29 de novembro. Dono do estrondoso sucesso “Cada Um Com Seus Pobrema”, que esteve em cartaz por 21 anos e tornou-se um marco do humor no teatro brasileiro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Marcelo Médici volta a São Paulo com sua premiada comédia Dona Lola, para uma curta temporada no Teatro Uol, do </span><b>Pátio Higienópolis</b><span style="font-weight: 400;">, de 31 de outubro a 29 de novembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dono do estrondoso sucesso “Cada Um Com Seus Pobrema”, que esteve em cartaz por 21 anos e tornou-se um marco do humor no teatro brasileiro, Médici homenageia em seu novo trabalho mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira artística e de sua trajetória pessoal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na trama, Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, fortemente incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas que a convenceram a se apresentar, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma. A montagem conta com participações luxuosas em off de Tony Ramos e Antonio Fagundes, fazendo as vozes das amigas Marli e Olga. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto é ficcional, mas contém histórias reais e lembranças de muitas pessoas com quem Médici conviveu durante sua vida, além de situações e relatos absurdos e hilários. Trata-se de uma comédia sobre amizade, etarismo, família e perdão, que pode ser libertador, sobretudo quando vem depois de uma deliciosa vingança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Marcelo Médici abre um novo capítulo em sua trajetória com Dona Lola. O espetáculo é uma celebração da maturidade artística, do humor afiado e da capacidade de se reinventar sem perder a conexão com o público. A parceria com Ricardo Rathsam, iniciada lá atrás com o solo de estreia, mostra-se mais uma vez afiada, atual e irresistivelmente divertida.  Com “Dona Lola”, Marcelo Médici ganhou o Prêmio APCA de Melhor Ator de Teatro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos estão disponíveis </span><a href="https://teatrouol.com.br/espetaculos/dona-lola/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no website do Teatro UOL</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Criatura, uma Autópsia&#8221; retorna ao cartaz</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/criatura-uma-autopsia-bruna-longo-o-andar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a missão de reunir monólogos de artistas renomados e iniciantes da cena teatral paulistana, o projeto ‘Segundas de Solo’, do espaço º Andar, apresenta a última temporada de 2026. Em novembro, o monólogo “Criatura, Uma Autópsia”, de Bruna Longo, será apresentado toda segunda-feira do mês, às 20h. O trabalho debruça-se sobre temas como o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a missão de reunir monólogos de artistas renomados e iniciantes da cena teatral paulistana, o projeto ‘Segundas de Solo’, do espaço </span><b>º Andar</b><span style="font-weight: 400;">, apresenta a última temporada de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em novembro, o monólogo “Criatura, Uma Autópsia”, de Bruna Longo, será apresentado toda segunda-feira do mês, às 20h. O trabalho debruça-se sobre temas como o ato da criação, a solidão e a busca por identidade e pertencimento, friccionando a vida da escritora Mary Shelley e sua obra mais famosa, o romance “Frankenstein, ou O Prometeu Moderno”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espetáculo não se propõe a traçar uma biografia da Criatura ou tampouco da autora, torna-se uma autópsia de um romance e de uma personagem, revelando as entranhas, artérias, musculatura de dores pessoais e universais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos estão disponíveis </span><a href="https://www.sympla.com.br/produtor/oandar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no Sympla</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Verve Cia expõe estruturas patriarcais em peça</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/revolte-se-nucleo-experimental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrito pela dramaturga britânica Alice Birch, que tem pela primeira vez um texto teatral montado no Brasil, o espetáculo “Revolte-se. Ela disse. Revolte-se de novo.” entra cartaz no Teatro do Núcleo Experimental em 03 de novembro. A peça não se organiza a partir de uma narrativa linear convencional. Em vez disso, desafia a linguagem por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Escrito pela dramaturga britânica Alice Birch, que tem pela primeira vez um texto teatral montado no Brasil, o espetáculo “Revolte-se. Ela disse. Revolte-se de novo.” entra cartaz no </span><b>Teatro do Núcleo Experimental</b><span style="font-weight: 400;"> em 03 de novembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A peça não se organiza a partir de uma narrativa linear convencional. Em vez disso, desafia a linguagem por meio de uma sequência de ações intensas e interligadas que desmontam o sexo, o casamento, o trabalho, o corpo, a família para tensionar as forças que moldam a existência das mulheres e evidenciar o impacto da opressão em suas vidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A montagem é uma realização da Verve Cia, que tem se dedicado desde 2018 à construção de um repertório que busca elaborar, junto ao público, a relação indivíduo-mundo e também dialogar com os desafios e tensões da contemporaneidade. Sua pesquisa contínua tem como eixos centrais temas como a violência, em seus mais diversos recortes, questões identitárias e os problemas sociais, além de uma intensa investigação da linguagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alice Birch investiga tanto as formas explícitas de violência, como física e emocional, quanto os mecanismos sutis e sistemáticos que mantêm essas dinâmicas em funcionamento, convocando o público a questionar os fundamentos dessas desigualdades. A peça dialoga diretamente com diferentes ondas do feminismo, atravessando desde pautas históricas ligadas a direitos civis até debates contemporâneos sobre interseccionalidade e justiça social. Ao articular essas camadas, a autora insere sua dramaturgia em uma conversa contínua sobre a transformação das ideias feministas e os desafios ainda presentes na construção de uma sociedade mais equitativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos estão disponíveis </span><a href="https://www.sympla.com.br/evento/revolte-se-ela-disse-revolte-se-de-novo/3506454" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no Sympla</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;TOC TOC – A Vida Além da Tela&#8221; chega ao West Plaza</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/toc-toc-a-vida-alem-da-tela-teatro-west-plaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:59:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre vizinhos é o ponto de partida de &#8220;TOC TOC – A Vida Além da Tela&#8221;, espetáculo da Cia. de Artes Top Five que faz nova apresentação no dia 13 de novembro, às 20h30, no Teatro West Plaza, em São Paulo. A montagem acompanha Duff, interpretado por Thomas Duffles, um designer que busca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A relação entre vizinhos é o ponto de partida de &#8220;TOC TOC – A Vida Além da Tela&#8221;, espetáculo da Cia. de Artes Top Five que faz nova apresentação no dia 13 de novembro, às 20h30, no Teatro West Plaza, em São Paulo.</p>
<p>A montagem acompanha Duff, interpretado por Thomas Duffles, um designer que busca se dar bem na vida, e Dona Mara, vivida por Juan Depreto, uma mulher rancorosa e fofoqueira que não aceita as mudanças do chamado novo normal e do cotidiano.</p>
<p>Apesar das diferenças, Duff e Dona Mara têm algo em comum: são vizinhos. A convivência entre as duas personalidades distintas dá origem a situações de humor, conflitos e reflexões sobre as relações humanas no dia a dia.</p>
<p>Com uma mistura de humor, informação e emoção, &#8220;TOC TOC – A Vida Além da Tela&#8221; aborda os diferentes tipos de vizinhos e as situações que fazem parte da convivência cotidiana.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Miriam Mehler protagoniza comédia &#8220;Prova de Vida&#8221;</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/miriam-mehler-prova-de-vida-teatro-tuca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Miriam Mehler celebra 70 anos de carreira no teatro com a peça &#8220;Prova de Vida&#8221;, que estreia em 7 de novembro no Teatro TUCA, em São Paulo. A atriz divide o palco com Rafael Primot, sob direção de Marco Antônio Pâmio. Escrito por Gustavo Pinheiro especialmente para a dupla, o espetáculo parte do encontro entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Miriam Mehler celebra 70 anos de carreira no teatro com a peça &#8220;Prova de Vida&#8221;, que estreia em 7 de novembro no Teatro TUCA, em São Paulo. A atriz divide o palco com Rafael Primot, sob direção de Marco Antônio Pâmio.</p>
<p>Escrito por Gustavo Pinheiro especialmente para a dupla, o espetáculo parte do encontro entre uma aposentada de 90 anos e um funcionário de banco. A personagem de Miriam Mehler, Vera Lucia, precisa comparecer à agência para regularizar o pagamento da aposentadoria após ter o benefício suspenso por não realizar a prova de vida.</p>
<p>Do outro lado do balcão está Miguel, interpretado por Rafael Primot, um funcionário frustrado com a rotina burocrática e que deixou de lado antigos sonhos pessoais.</p>
<p>O encontro entre os personagens começa com impaciência, desconfiança e situações inesperadas, mas aos poucos se transforma em uma conversa sobre escolhas, autonomia, sonhos e passagem do tempo.</p>
<p>Com humor e afeto, &#8220;Prova de Vida&#8221; aborda a relação entre diferentes gerações e a possibilidade de rever caminhos ao longo da vida.</p>
<p>A montagem integra as comemorações pelas sete décadas de carreira de Miriam Mehler. Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD) em 1957, a atriz participou de montagens importantes do teatro brasileiro, como &#8220;Eles não Usam Black-tie&#8221;, &#8220;Panorama Visto da Ponte&#8221;, &#8220;As Bruxas de Salém&#8221;, &#8220;Pequenos Burgueses&#8221; e &#8220;Andorra&#8221;.</p>
<p>Ao longo da carreira, trabalhou em companhias como TBC, Teatro Oficina e Teatro de Arena e com diretores como Flavio Rangel, José Celso Martinez Corrêa, Antunes Filho, Gabriel Villela e Renato Borghi.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Setenta anos de carreira parecem muitos, mas cada peça nova me faz sentir como se fosse a primeira vez. Vera Lúcia é uma personagem que me emociona porque fala de algo que todos nós vivemos, o mundo se moderniza e esquece de incluir as pessoas idosas neste avanço, muitas vezes. Trabalhar de novo com o Rafael, com Pâmio e com essa equipe é um presente. O texto de Gustavo é encantador. Assistam Prova de Vida e se identifiquem!&#8221;, diz Miriam Mehler.</p>
</blockquote>
<p>Mehler também recebeu prêmios como APCA, Shell, APTR e Bibi Ferreira. Em &#8220;Prova de Vida&#8221;, volta ao palco ao lado de Rafael Primot e do diretor Marco Antônio Pâmio, com quem já trabalhou na montagem &#8220;A Herança&#8221;.</p>
<p>Os ingressos para o espetáculo estão disponíveis via <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/128060/d/419363/s/2719982" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Geni Cavalcante estreia &#8220;O Céu de Durvalina&#8221;</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/o-ceu-de-durvalina-sesc-belenzinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:42:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os causos de Rolando Boldrin chegam aos palcos às vésperas do aniversário de 90 anos que o artista completaria em 22 de outubro. A partir de 29 de outubro, o Sesc Belenzinho recebe &#8220;O Céu de Durvalina&#8221;, solo de Geni Cavalcante que retoma uma personagem criada entre 2009 e 2010, a partir da obra de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os causos de Rolando Boldrin chegam aos palcos às vésperas do aniversário de 90 anos que o artista completaria em 22 de outubro. A partir de 29 de outubro, o </span><b>Sesc Belenzinho</b><span style="font-weight: 400;"> recebe &#8220;O Céu de Durvalina&#8221;, solo de Geni Cavalcante que retoma uma personagem criada entre 2009 e 2010, a partir da obra de Boldrin. A montagem é uma homenagem ao artista, cuja trajetória na música e na televisão esteve ligada à valorização da cultura popular brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cena, Durvalina é uma mulher que deixou São João do Paraíso (MG) há mais de três décadas, carregando o sonho de comprar uma máquina de costura para a mãe. Hoje vende bolos e café num ponto de ônibus em São Paulo, onde compartilha causos e memórias com quem passa. A direção artística é assinada por Ronaldo Aguiar e a dramaturgia por Nereu Afonso da Silva, em uma homenagem à cultura popular brasileira e aos migrantes que vieram para a cidade grande.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A personagem Durvalina surgiu em &#8220;Contando Causos&#8221;, espetáculo de 2010 sobre a obra de Rolando Boldrin dirigido por Ana Wuo, no qual Geni Cavalcante recriava figuras do cotidiano por meio da ‘Mimesis Corpórea’, procedimento de pesquisa desenvolvido pelo Lume Teatro. A atriz conheceu e trabalhou a personagem a partir da observação de pessoas reais e, mais de uma década depois, decidiu aprofundá-la em um solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, os causos voltam à cena em uma obra construída especialmente para Durvalina. O espetáculo traz ainda referências musicais ligadas ao universo de Boldrin, com canções e gravações de nomes como Milionário &amp; José Rico, Pena Branca &amp; Xavantinho e Helena Meirelles. Em uma das cenas, Durvalina dança com o vestido da mãe ao som de &#8220;Mãezinha Querida&#8221;, de Carlos Galhardo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação com a cultura do interior também aparece em um momento em que a personagem convida o público a participar de uma lembrança da festa de São João do Paraíso, o &#8220;Segura Cano&#8221;. Em cena, o café servido por Durvalina reforça a proximidade com o público e o cotidiano da personagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A construção da atual Durvalina partiu ainda de uma nova pesquisa realizada por Geni Cavalcante nas ruas de São Paulo, com vendedores ambulantes, motoristas e cobradores de ônibus, porteiros, trabalhadores de supermercado, garçons e migrantes. Gestos, modos de falar e formas de caminhar observados nesse processo foram incorporados à personagem por meio da Mimesis Corpórea. A Durvalina apresentada agora, porém, é uma personagem ficcional, construída a partir dessas referências e da trajetória iniciada em &#8220;Contando Causos&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos estão disponíveis na </span><a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/o-ceu-de-durvalina/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Central de Relacionamento Digital</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou em qualquer unidade do Sesc SP.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Do Cavalo Nada Sabemos&#8221; retorna ao cartaz</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/do-cavalo-nada-sabemos-teatro-faap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:57:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de uma temporada esgotada no Sesc Ipiranga, o solo “Do Cavalo Nada Sabemos”, idealizado e interpretado por João Paulo Lorenzon, retorna ao cartaz para uma temporada no Teatro FAAP, de 28 de outubro a 26 de novembro. A dramaturgia do solo toma como ponto de partida o episódio ocorrido em 3 de janeiro de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Depois de uma temporada esgotada no Sesc Ipiranga, o solo “Do Cavalo Nada Sabemos”, idealizado e interpretado por João Paulo Lorenzon, retorna ao cartaz para uma temporada no Teatro FAAP, de 28 de outubro a 26 de novembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dramaturgia do solo toma como ponto de partida o episódio ocorrido em 3 de janeiro de 1889, na Piazza Carlo Alberto, em Turim. Ao ver um cocheiro espancando o animal, o filósofo Friedrich Nietzsche se atirou ao pescoço do cavalo para protegê-lo, chorou e, a partir daquele momento, entrou em colapso mental definitivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A montagem usa essa cena para investigar violência, culpa e o desejo de reparação. A peça trata a separação entre natureza e cultura como um erro de origem da civilização e defende que é preciso libertar a vida dos pontos em que ela ainda está presa à conduta humana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A construção textual contou com a colaboração da psicanalista Renata Zambonelli. A parceria expandiu o fato histórico de 1889 para uma reflexão contemporânea sobre o Antropoceno (a era geológica marcada pelo impacto da atividade humana sobre o planeta) e sobre a ansiedade climática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob a direção conjunta de Denise Stoklos e Alessandra Maestrini, o processo de pesquisa da dramaturgia incorporou referências do cinema e da literatura, como o filme “O Cavalo de Turim”, de Béla Tarr; o longa-metragem polonês “Eo”, de Jerzy Skolimowski; e o conceito de ‘homem do subsolo’, de Fiódor Dostoiévski, personagem marcado pelo isolamento, pela amargura e pela autoconsciência. A principal matriz teórica da montagem é o pensamento da bióloga e filósofa norte-americana Donna Haraway, para quem humanos e não humanos precisam aprender a coabitar e coexistir em um planeta ferido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura dramatúrgica inicial baseou-se em uma obra ampla elaborada por Denise Stoklos, que mapeava manifestações históricas de opressão contra mulheres, indígenas e populações negras. Lorenzon optou por abstrair as citações diretas para ampliar as possibilidades de projeção do espectador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A encenação reúne a linguagem do Teatro Essencial de Denise Stoklos e a pesquisa vocal e interpretativa de Alessandra Maestrini. A direção levou o ator a explorar o contraste entre a “vontade de potência” nietzschiana e a destrutividade.  A montagem faz trabalhar o pensamento do filósofo para pensar em conflitos contemporâneos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos estão disponíveis </span><a href="https://www.faap.br/teatro/peca/do-cavalo-nada-sabemos/"><span style="font-weight: 400;">no website do Teatro FAAP</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta temporada terá seis sessões seguidas de roda de conversa, reunindo convidados das áreas de psicanálise, literatura e artes. <strong>Veja a programação:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">29 de outubro</span> | &#8220;Viver com terror e alegria&#8221;, com Maria Luiza Gastal (psicanalista, SPBsb). Coordenação: Eduardo São Thiago Martins (SBPSP) | Parte da Mostra Decolonial de Arte e Psicanálise (SBPSP/DCC).</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">5 de novembro</span> | &#8220;O ovo e o cavalo&#8221;, com Cecília Cavalieri (artista-etc, pesquisadora PUC-Rio/CNPq, esquizoanalista ALEA). Coordenação: Gizela Turkiewicz (SBPSP). | Parte da Mostra Decolonial de Arte e Psicanálise.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">12 de novembro</span> | Evento pago e aberto do Departamento de Formação em Psicanálise do Sedes Sapientiae: apresentação da peça seguida de conversa com elenco, direção e psicanalistas. Debatedores: Helgis Cristofaro e Eduardo Lara (psicanalistas).</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">18 de novembro</span> | Roda de conversa com Oswaldo Giacoia Junior, filósofo especialista em Nietzsche.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">19 de novembro</span> | Roda de conversa com o Campo Lacaniano. Participação da psicóloga Ana Gianesi (PUC-SP), mestre e doutora pelo Instituto de Psicologia Clínica da USP e pós-doutora em Filosofia pela UFRJ. Psicanalista e membra do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo, onde co-coordena pesquisa sobre lógica, poética e críticas feministas; e da psiquiatra e psicanalista Renata Zambonelli, coautora do texto do espetáculo e membro efetivo da SBPSP</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">26 de novembro, 20h</span> | Roda de conversa com Eliane Robert Moraes (professora de literatura brasileira, USP; pesquisadora do CNPq; especialista em literatura erótica) e Berta Hoffmann Azevedo (psicanalista, membro efetivo e docente da SBPSP; mestre em Psicologia Clínica, PUC-SP; autora de &#8220;Paixão e Loucura nos limites da clínica psicanalítica&#8221;). Coordenação: Rodrigo Lage Leite (psiquiatra e psicanalista, membro efetivo e docente da SBPSP)</span></li>
</ul>
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		<title>&#8220;LimIAr&#8221; faz apresentação única</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/limiar-centro-cultural-olido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:38:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo “LimIAr”, montagem independente da turma de formação livre de teatro do Instituto MetaCultural, faz única apresentação no dia 24 de outubro, às 19h, no teatro do Centro Cultural Olido, com entrada gratuita. O que ainda nos pertence quando já não somos nós que decidimos? Essa é a provocação que norteia a pesquisa e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O espetáculo “LimIAr”, montagem independente da turma de formação livre de teatro do Instituto MetaCultural, faz única apresentação no dia 24 de outubro, às 19h, no teatro do </span><b>Centro Cultural Olido</b><span style="font-weight: 400;">, com entrada gratuita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que ainda nos pertence quando já não somos nós que decidimos? Essa é a provocação que norteia a pesquisa e a criação do espetáculo. Com sonoplastia e canções autorais executadas ao vivo, “LimIAr” se constrói a partir de trajetórias que se cruzam em um mundo onde a eficiência venceu e, com ela, a complexidade humana foi sendo lentamente descartada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na história não há protagonista, o elenco se reveza para dar vida a diferentes personagens inspirados na realidade. Uma mulher privilegiada que decide desmontar as estruturas que a mantinham confortável, um homem que sempre viveu do que nunca construiu e é confrontado com o vazio absoluto, um artista que vê seu trabalho ser substituído e precisa encarar a própria inutilidade e influenciadores digitais cujas vidas antes desejadas agora são monitoradas, corrigidas e determinadas pelo algoritmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto um apagão se anuncia inevitável, o espetáculo não oferece saída fácil. O que está em jogo não é apenas sobreviver ao colapso, mas reconhecer o caminho que levou até ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“LimIAr” é uma ficção baseada em fatos atuais, além de possibilidades futuras. Um retrato de um tempo em que a tecnologia não domina pela força, mas pela nossa disposição em obedecer. A obra autoral e inédita convida o público a refletir sobre suas próprias escolhas ao tensionar uma pergunta essencial: se ainda temos escolha, por que seguimos abrindo mão dela? E se pudermos mudar a realidade, de que forma faremos essa travessia?</span></p>
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		<title>Trupe DuNavô celebra o circo</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/grancirco-dunavo-galpao-do-folias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:42:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após passar por cidades de São Paulo e Minas Gerais, a Trupe DuNavô volta a apresentar na capital paulista o “Grancirco DuNavô”, um tributo às famílias de sangue, de picadeiro, de estrada e de afeto. Com direção de Cida Almeida e dramaturgia assinada pela própria Trupe em colaboração com Nereu Afonso, o espetáculo faz sessões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Após passar por cidades de São Paulo e Minas Gerais, a Trupe DuNavô volta a apresentar na capital paulista o “Grancirco DuNavô”, um tributo às famílias de sangue, de picadeiro, de estrada e de afeto. Com direção de Cida Almeida e dramaturgia assinada pela própria Trupe em colaboração com Nereu Afonso, o espetáculo faz sessões com ingressos a preços populares no </span><b>Galpão do Folias</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspirado no imaginário do circo popular brasileiro, “Grancirco DuNavô” apresenta uma trupe que vive, trabalha e se diverte entre alegrias e confusões do cotidiano. Entre números clássicos de mágica, dança, equilíbrio e palhaçaria, o espetáculo mistura humor e poesia para refletir, de forma leve e brincante, sobre o que sustenta um grupo circense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O público é recebido por quatro artistas – Claudiu&#8217;s (Renato Ribeiro), Clóvis (Vinicius Ramos), Elisabetana (Gislaine Pereira) e Pamplona (Gabi Zanola) – que preparam o picadeiro. O que começa como uma rotina simples logo se transforma em celebração. Entre risadas, canções e improvisos, os personagens compartilham memórias que ecoam o passado e o presente das famílias circenses: a mulher que fugiu com o circo, o filho de equilibristas, o poeta que fez do picadeiro sua casa e a palhaça que encontrou na estrada o seu lar. No encontro entre bastidores e espetáculo, a trupe costura comicidade e emoção para falar da arte de conviver. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encerramento traz uma dedicatória aos artistas e famílias que vieram antes, reafirmando o poder atemporal da arte circense e sua capacidade de atravessar gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dramaturgia combina memórias pessoais, números clássicos da palhaçaria e referências a </span><i><span style="font-weight: 400;">gags</span></i><span style="font-weight: 400;"> tradicionais do circo brasileiro. Esses materiais se entrelaçam às vivências do grupo e ao cotidiano da Trupe, resultando em uma escrita que transita entre o clássico e o íntimo, dialogando com crianças, adultos e diferentes gerações. A escolha de iniciar a encenação com a preparação do picadeiro reforça o convite ao público. A proposta é receber a plateia como quem abre as portas da própria casa – o picadeiro –, fazendo com que todos se sintam acolhidos e parte do encontro.</span></p>
<p>Os ingressos estarão disponíveis na bilheteria do teatro nos dias de apresentação.</p>
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