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	<title>Exposição | Viva a Cidade</title>
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	<description>Acompanhe as últimas notícias de São Paulo no Viva A Cidade News. Informações atualizadas sobre tudo o que acontece na cidade.</description>
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	<title>Exposição | Viva a Cidade</title>
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		<title>Mostra celebra 80 anos de Antonio Peticov</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/mostra-celebra-80-anos-de-antonio-peticov/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Botta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:05:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Peticov – a Exposição” é a maior mostra já realizada sobre a trajetória do artista plástico brasileiro Antonio Peticov, que completa 80 anos em julho e é um dos mais inventivos da cena contemporânea nacional. Mais de 400 obras, como pinturas, gravuras, desenhos, esculturas, instalações e capas de discos, ocupam a Sala Tarsila do Amaral, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Peticov – a Exposição” é a maior mostra já realizada sobre a trajetória do artista plástico brasileiro Antonio Peticov, que completa 80 anos em julho e é um dos mais inventivos da cena contemporânea nacional.</p>
<p>Mais de 400 obras, como pinturas, gravuras, desenhos, esculturas, instalações e capas de discos, ocupam a Sala Tarsila do Amaral, no Piso Caio Graco, do Centro Cultural São Paulo (CCSP), onde ficam até o início de agosto, propondo um mergulho no universo visual, matemático e sensorial do artista.</p>
<div id="attachment_49349" style="width: 799px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-49349" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-49349" src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-geral.jpg" alt="mostra peticov CCSP" width="789" height="482" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-geral.jpg 789w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-geral-300x183.jpg 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-geral-768x469.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /></p>
<p id="caption-attachment-49349" class="wp-caption-text">Entrada da exposição, na Sala Tarsila do Amaral do CCSP. | Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
<p>Com curadoria de Fábio Magalhães Gouvêa, a mostra apresenta diferentes fases da produção de Peticov, passando pela Tropicália, momento em que influenciou e foi influenciado por nomes como Rita Lee, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Arnaldo Baptista e Jorge Mautner.</p>
<p>Entre as peças, destacam-se a instalação inédita “Pau de Arara” e a &#8220;Sala de Visão Superior&#8221;, uma experiência interativa, criada para expandir a percepção sensorial e ampliar o acesso do público com deficiência visual.</p>
<div id="attachment_49350" style="width: 782px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-49350" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-49350" src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-obras.jpg" alt="Mostra Peticov CCSP" width="772" height="501" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-obras.jpg 772w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-obras-300x195.jpg 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Peticov-exposicao-CCSP-obras-768x498.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 772px) 100vw, 772px" /></p>
<p id="caption-attachment-49350" class="wp-caption-text">Vista geral de um dos ambiente da mostra. | Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
<p>Ao longo dos dois meses de programação, o público poderá acompanhar shows, palestras e encontros com convidados que fizeram parte da trajetória artística e pessoal de Peticov, eventos que transformam o CCSP em um grande espaço de convivência, arte e experimentação.</p>
<p>As visitas podem ser feitas de terça a domingo, das 10h às 20h, até o dia 2 de agosto, e a entrada é franca.</p>
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		<title>Nelson Baskerville abre nova exposição</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/protect-me-from-this-world-nelson-baskerville-espaco-barra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:25:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor teatral Nelson Baskerville inaugura a exposição “Protect Me From This World” no Espaço Barra, revelando habilidade e talento também com tintas e pincéis. A exposição reúne suas criações mais recentes. São 20 obras, entre telas, colagens, caixas de madeira, pôsteres feitos com colagens, luminárias e uma instalação (o aquário performático de seres inanimados), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O diretor teatral Nelson Baskerville inaugura a exposição “Protect Me From This World” no </span><b>Espaço Barra</b><span style="font-weight: 400;">, revelando habilidade e talento também com tintas e pincéis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição reúne suas criações mais recentes. São 20 obras, entre telas, colagens, caixas de madeira, pôsteres feitos com colagens, luminárias e uma instalação (o aquário performático de seres inanimados), além de peças do acervo do artista guardadas em sua casa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confeccionadas especialmente para a mostra, as caixas de 35cm, têm como tema escritores como o poeta peruano Cesar Vallejo, o escritor irlandês James Joyce, Ítalo Calvino e Nelson Rodrigues. Há também uma série de gravuras que tem como tema: &#8220;Não eram bruxas, eram mulheres e foram queimadas por serem mulheres”. Na exposição o visitante também poderá ver autorretratos e pinturas que já foram cenário, por exemplo, da peça “17X Nelson”, encenada em novembro de 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baskerville pinta seu espanto diante do mundo, retratando nas obras temas como feminicídio, racismo e corrupção, usando a arte como uma intermediação poética desse cotidiano duro. Nelson optou pelo inglês para o tema da exposição (‘Me proteja desse mundo’) porque costuma escrever nas telas algo que não seja identificável de cara, escrevendo em outra língua, com letras viradas, para que sua leitura não seja facilitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nelson Baskerville já era um diretor teatral com carreira consolidada quando começou a pintar em 2002, para dar vazão às entressafras, aos períodos em que não estava criando no teatro. De forma empírica, começou com escultura em argila, passou para tela, os suportes em madeira que ele próprio confeccionava.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se no início Baskerville bebeu na fonte do artista plástico Jaime Prades, hoje diz que suas influências são as mesmas que possui no teatro – o austríaco Egon Schiele, um dos precursores do expressionismo nas artes plásticas, o cineasta sueco Roy Anderson, a banda inglesa Radiohead, de quem usa trechos de letras das músicas nas obras e Nelson Rodrigues.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De certa forma, sua porção artista plástico foi despertada também pelo teatro. Nelson costuma desenhar as cenas quando está dirigindo, e nessa intersecção entre as duas expressões artísticas, admite ser Nelson Rodrigues outra influência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada na exposição é gratuita.</span></p>
<div id="attachment_49112" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-49112" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-49112 " src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-1024x734.png" alt="" width="600" height="430" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-1024x734.png 1024w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-300x215.png 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-768x550.png 768w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-1536x1100.png 1536w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SenhoraDosAfogados_NelsonBaskerville-2048x1467.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p id="caption-attachment-49112" class="wp-caption-text">Tela &#8220;Senhora dos Afogados&#8221;, de Nelson Baskerville, inspirada na peça teatral de mesmo título escrita por Nelson Rodrigues</p>
</div>
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		<title>Auá Mendes expõe na &#8220;CASACOR São Paulo 2026&#8221;</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/aua-mendes-expoe-na-casacor-sao-paulo-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:25:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A artista visual, muralista e arte-educadora Auá Mendes, integrante do povo indígena Mura, apresenta a exposição inédita &#8220;Pira Sesá – Olho de Peixe&#8221; durante a &#8220;CASACOR São Paulo 2026&#8221;. A mostra integra a programação da principal exposição de arquitetura, design de interiores, paisagismo e arte das Américas, realizada entre os dias 2 de junho e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A artista visual, muralista e arte-educadora Auá Mendes, integrante do povo indígena Mura, apresenta a exposição inédita &#8220;Pira Sesá – Olho de Peixe&#8221; durante a &#8220;CASACOR São Paulo 2026&#8221;. A mostra integra a programação da principal exposição de arquitetura, design de interiores, paisagismo e arte das Américas, realizada entre os dias 2 de junho e 9 de agosto no Parque da Água Branca, sob o tema &#8220;Mente e Coração&#8221;.</p>
<p>Composta por quatro obras inéditas, a exposição convida o público a refletir sobre os rios como espaços de memória, ancestralidade e resistência. A partir de sua vivência e de referências ligadas à cultura indígena, Auá Mendes desenvolve uma narrativa visual que destaca a relação entre território, identidade e preservação dos saberes tradicionais.</p>
<p>As obras apresentadas dialogam com elementos da natureza e com a importância dos cursos d’água para os povos originários, abordando os rios não apenas como paisagens, mas como organismos vivos que guardam histórias, afetos e conexões ancestrais.</p>
<div id="attachment_48869" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-48869" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-48869" src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/05379951-3559-4b97-b603-d4ee00082ce5-1-300x209.jpg" alt="CASACOR São Paulo 2026" width="650" height="452" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/05379951-3559-4b97-b603-d4ee00082ce5-1-300x209.jpg 300w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/05379951-3559-4b97-b603-d4ee00082ce5-1.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p id="caption-attachment-48869" class="wp-caption-text">Exposição &#8220;Pira Sesá – Olho de Peixe&#8221; | Foto: Divulgação e Karla Bright</p>
</div>
<p>Um dos momentos de destaque da participação da artista na &#8220;CASACOR&#8221; foi a realização de um Live Painting durante a abertura do evento para convidados. Em poucas horas, Auá criou uma pintura inédita inspirada na própria mostra, traduzindo em cores, formas e símbolos as atmosferas visuais e afetivas presentes na edição de 2026.</p>
<p>Ao integrar a programação da &#8220;CASACOR São Paulo&#8221;, &#8220;Pira Sesá – Olho de Peixe&#8221; amplia o diálogo entre arte contemporânea, cultura indígena e questões ambientais, reafirmando a produção artística dos povos originários como parte fundamental das discussões sobre memória, pertencimento e sustentabilidade na contemporaneidade.</p>
<p>Os ingressos estão disponíveis <a href="https://appcasacor.com.br/events/sao-paulo-2026/tickets" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</p>
<div id="attachment_48870" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-48870" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-48870" src="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/acb1f1fc-094a-412d-a831-dea4e997f5ae-200x300.jpg" alt="CASACOR São Paulo 2026" width="500" height="751" srcset="https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/acb1f1fc-094a-412d-a831-dea4e997f5ae-200x300.jpg 200w, https://vivaacidadenews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/acb1f1fc-094a-412d-a831-dea4e997f5ae.jpg 666w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p id="caption-attachment-48870" class="wp-caption-text">Exposição &#8220;Pira Sesá – Olho de Peixe&#8221; | Foto: Divulgação e Karla Bright</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Museu Afro Brasil inaugura mostra sobre futebol</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/museu-afro-brasil-inaugura-mostra-sobre-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:15:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo inaugura no dia 13 de junho, às 11h, a exposição &#8220;Ginga – A Celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica&#8221;. A mostra reúne obras do artista beninense Aston e das artistas brasileiras NeneSurreal e Mariana Calle, propondo reflexões sobre futebol, cultura, memória e pertencimento a partir de perspectivas afro-atlânticas. Realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo inaugura no dia 13 de junho, às 11h, a exposição &#8220;Ginga – A Celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica&#8221;. A mostra reúne obras do artista beninense Aston e das artistas brasileiras NeneSurreal e Mariana Calle, propondo reflexões sobre futebol, cultura, memória e pertencimento a partir de perspectivas afro-atlânticas.</p>
<p>Realizada pelo Núcleo de Curadoria do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição vinculada à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerida pela Associação Museu Afro Brasil (AMAB), a exposição toma como eixo o conceito de ginga. Associada ao movimento, à criatividade e à capacidade de adaptação, a ginga é apresentada como uma forma de inteligência corporal presente em diferentes manifestações culturais afro-brasileiras.</p>
<p>Ao utilizar o futebol como elemento central da narrativa expositiva, a mostra propõe uma leitura do esporte para além da competição. O jogo surge como uma linguagem compartilhada capaz de conectar experiências, memórias e processos históricos vividos por comunidades negras em diferentes regiões do mundo, reforçando laços de pertencimento e identidade.</p>
<p>O destaque da exposição é a instalação &#8220;Stadium&#8221; (2014), do artista beninense Aston, pertencente ao acervo do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo. Produzida com materiais reaproveitados, como madeira, fios, plásticos, metal e tinta acrílica, a obra recria um campo de futebol e estabelece relações entre ancestralidade, coletividade e sustentabilidade.</p>
<p>A questão ambiental também ocupa lugar de destaque na mostra. Ao transformar materiais descartados em elementos artísticos, Aston propõe reflexões sobre reaproveitamento, cuidado e continuidade, demonstrando como a arte pode ressignificar objetos e narrativas por meio de processos criativos sustentáveis.</p>
<p>Complementando a exposição, as artistas NeneSurreal e Mariana Calle apresentam intervenções inéditas desenvolvidas especialmente para o projeto. Atuando nas áreas da arte urbana e do muralismo, ambas incorporam referências das periferias urbanas, da cultura afro-brasileira e das experiências negras contemporâneas, ampliando o diálogo entre território, identidade, memória e esporte.</p>
<p>A experiência do público também inclui mesas de futebol de botão que representam seleções de diferentes países. O recurso interativo reforça o caráter participativo da exposição e convida os visitantes a se aproximarem das dinâmicas do jogo, fortalecendo a proposta de encontro e compartilhamento que atravessa toda a mostra.</p>
<p>Ao reunir arte contemporânea, cultura urbana e futebol, &#8220;Ginga – A Celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica&#8221; propõe uma reflexão sobre as conexões culturais construídas ao longo da diáspora africana e sobre o papel do esporte como espaço de expressão, memória e construção coletiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conjunto Nacional ganha novo espaço de artes</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/conjunto-nacional-nubank-art-lab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Botta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 17:55:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo espaço dedicado a experiências imersivas, arte e tecnologia vai abrir as portas na região central da cidade de São Paulo, em plena Avenida Paulista. Trata-se do Nubank Arte Lab, localizado no primeiro piso do Conjunto Nacional, que tem a inauguração prevista para agosto deste ano. A estreia será marcada pela mostra imersiva “O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo espaço dedicado a experiências imersivas, arte e tecnologia vai abrir as portas na região central da cidade de São Paulo, em plena Avenida Paulista.</p>
<p>Trata-se do <em><strong>Nubank Arte Lab</strong></em>, localizado no primeiro piso do Conjunto Nacional, que tem a inauguração prevista para agosto deste ano.</p>
<p>A estreia será marcada pela mostra imersiva <em><strong>“O Mundo de Tarsila”</strong></em>, a maior já dedicada à obra de Tarsila do Amaral.</p>
<p>Ainda inédita, a exposição é a primeira ação das comemorações dos 140 anos da artista e vai ocupar mais de dez ambientes com projeções em 360 graus, instalações interativas, trilha sonora original, experiências sensoriais e releituras digitais de obras icônicas, como &#8220;Abaporu&#8221;, &#8220;Antropofagia&#8221; e &#8220;Operários&#8221;.</p>
<p>A pré-venda de ingressos, apenas para clientes Nubank, começa em 17 de junho, pela plataforma <a href="https://feverup.com/pt/sao-paulo/venue/nubank-art-lab" target="_blank" rel="noopener">Fever</a>.</p>
<p><strong>O ESPAÇO</strong></p>
<p>Desenvolvido em parceria com a Aventura, maior operadora de equipamentos culturais do país, o projeto foi criado para ampliar o acesso do público brasileiro a experiências culturais de grande escala, em um dos endereços mais emblemáticos da cidade.</p>
<blockquote>
<p>“Esse investimento faz parte da estratégia do Nu de ampliar sua presença na cultura e no entretenimento, com ativações físicas que vão além do universo financeiro. Nos últimos meses, anunciamos duas grandes iniciativas na cidade: a reabertura do Nu Cine Copan, no icônico Edifício Copan, e o <em>naming rights</em> do Nubank Parque [antigo Allianz Parque], arena multiuso voltada a shows, esportes e grandes eventos. São formam de retribuir aos nossos clientes e a São Paulo, cidade onde o Nubank nasceu, com experiências que conectem arte, tecnologia e entretenimento”, afirma Juliana Roschel, vice-presidente de marketing do Nubank.</p>
</blockquote>
<p>Com 2.700 m²,  o Nubank Arte Lab terá área gastronômica, loja de presentes e programação contínua ao longo do ano, em três ambientes modulares.</p>
<p>A Sala Multiuso funcionará como um núcleo versátil, capaz de receber instalações artísticas, exposições, eventos, workshops e outras ativações.</p>
<p>Já as duas Salas Imersivas ampliam a experiência sensorial com projeções digitais e narrativas audiovisuais. Uma delas vai ter uma parede de LED com 10 metros de comprimento e teto espelhado.</p>
<p>Todo o visual do local leva a assinatura do escritório Jacobsen Arquitetura, reconhecido por projetos como o Museu de Arte do Rio.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos trazendo um conceito inédito no mundo, tendo a tecnologia e inovação como ferramentas essenciais para o impulsionamento e disseminação de diferentes frentes da economia criativa. O Nubank Arte Lab será um grande centro de experimentação e cocriação, com sua agenda focada na ampliação e disseminação da cultura, possibilitando novas formas de contato e multiplicando o alcance a novas audiências”, diz Luiz André Calainho, sócio da Aventura.</p>
</blockquote>
<p>Espaços de arte imersiva, que combinam arte, tecnologia e arquitetura, já estão em cidades como Paris, na França, Nova York e Miami, nos Estados Unidos. O Nubank Arte Lab é o primeiro espaço permanente do gênero no Brasil, inserindo São Paulo nesse circuito internacional.</p>
<p>Segundo a empresa, a iniciativa também se conecta a um movimento mais amplo de revitalização cultural da Avenida Paulista, impulsionado pela expansão de centros culturais, de espaços de experiência e de iniciativas ligadas à economia criativa.</p>
<p>O local nasce com a proposta de ser um novo ponto de encontro entre cidade, cultura, inovação e seus habitantes e turistas.</p>
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		<title>Exposição explora a simbologia da cor branca</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/shiro-japan-house/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 13:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Japão, existe uma cultura cromática única &#8211; conhecida como Nihon no dentōshoku (“cores tradicionais do Japão”, em tradução livre) &#8211; e dentre essas cores, o branco envolve a sensibilidade dos japoneses, refletindo diversas percepções evocadas no imaginário como paz, purificação, leveza, silêncio e até precisão. É esta cor que assume o papel de fio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No Japão, existe uma cultura cromática única &#8211; conhecida como </span><i><span style="font-weight: 400;">Nihon no dentōshoku </span></i><span style="font-weight: 400;">(“cores tradicionais do Japão”, em tradução livre) &#8211; e dentre essas cores, o branco envolve a sensibilidade dos japoneses, refletindo diversas percepções evocadas no imaginário como paz, purificação, leveza, silêncio e até precisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta cor que assume o papel de fio condutor da exposição </span>“<a href="https://japanhousesp.com.br/exposicao/shiro-uma-escala-de-nuances/" target="_blank" rel="noopener">Shiro: uma escala de nuances</a>”<span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">shiro </span></i><span style="font-weight: 400;">significa “branco”, em tradução do japonês), em cartaz na <strong>J</strong><strong>apan House São Paulo</strong>. </span><span style="font-weight: 400;">Com curadoria da diretora cultural da instituição, Natasha Barzaghi Geenen, a mostra introduz diversas tonalidades da cor branca no Japão, passando por quatro elementos: papel, seda, neve e sal, revelando as suas relações com a cultura japonesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inspiração para o recorte veio da leitura da obra “O País das Neves” (1948), de Yasunari Kawabata, durante o Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um em junho do ano passado, que descreve as vastas paisagens brancas do norte do país e o processo de alvejamento de um tecido na neve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dividida em quatro grandes núcleos temáticos correspondentes a cada elemento, a expografia convida os visitantes a um mergulho pelas nuances simbólicas da cor. Logo na entrada, uma tabela cromática com uma seleção de 19 tons de branco catalogados no Japão representa as diversas nuances que uma única cor pode ter, a partir das centenas de cores tradicionais do Japão. </span></p>
<p>No núcleo de Papel<span style="font-weight: 400;">, a instalação “Poem of life”, da artista Ayumi Shibata, é feita de inúmeras folhas de papel cortadas como na técnica de </span><i><span style="font-weight: 400;">kiri-ê</span></i><span style="font-weight: 400;"> e amarradas entre si, simbolizando o desejo da artista pela paz e harmonia do mundo. A obra de aproximadamente três metros de altura também trabalha a relação do papel com luz e sombra a partir de um espelho em sua base. Neste núcleo, o público também poderá conhecer o processo de produção do </span><i><span style="font-weight: 400;">Kurotani Washi</span></i><span style="font-weight: 400;"> (papel japonês tradicional feito à mão), desde a colheita dos ramos de </span><i><span style="font-weight: 400;">Kōzo (amoreira) </span></i><span style="font-weight: 400;">– base para a fabricação deste elemento – até sua finalização. Amostras de três tipos de fibras que dão origem ao </span><i><span style="font-weight: 400;">washi</span></i><span style="font-weight: 400;">: </span><i><span style="font-weight: 400;">Kōzo,</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">Mitsumata</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Gampi </span></i><span style="font-weight: 400;">também estarão em exibição. </span></p>
<p>Para o núcleo de Seda<span style="font-weight: 400;">, a artista Kaoru Hirano apresenta uma obra produzida especialmente para a exposição. Conhecida por desconstruir peças de roupa em suas criações, Hirano escolheu trabalhar com um </span><i><span style="font-weight: 400;">juban </span></i><span style="font-weight: 400;">branco de seda (peça de vestuário tradicional japonesa usada por baixo do quimono), de sua avó paterna, falecida em 2018, para criar uma espécie de teia suspensa na instalação “untitled-grandmother&#8221;. A delicada obra </span><i><span style="font-weight: 400;">site-specific</span></i><span style="font-weight: 400;"> de quase 4 metros de diâmetro reflete sobre memória afetiva e os laços construídos (e desconstruídos) dentro dessa relação familiar. Amostras de casulos do bicho-da-seda, fios e tecido da província japonesa de Gunma, referência na produção de seda, também serão apresentados neste núcleo, acompanhados por uma breve introdução em vídeo dessa confecção no Japão. </span></p>
<p>Já o núcleo Neve<span style="font-weight: 400;">, aborda as paisagens do Norte do Japão, com seus invernos rigorosos, que evocam uma sensação de branco infinito, como descrito no livro de Kawabata. Para representar essa vastidão, foram selecionadas três fotografias de </span><i><span style="font-weight: 400;">Land Art </span></i><span style="font-weight: 400;">(intervenções feitas diretamente na paisagem natural), do artista Tomohiro Kajiyama, além de um vídeo demonstrando o processo de criação. Nesses trabalhos, é possível ver como o artista compreende a paisagem tomada pela neve como uma tela em branco, para ir caminhando instintivamente sobre ela com um par de pequenos esquis, guiado apenas pelas imagens em sua mente sem o uso de ferramentas de medição. Desse processo, resultam quilômetros de linhas que formam desenhos complexos, possíveis de serem contemplados em sua magnitude apenas do alto. Efêmeras, as “Snow Art” de Kajiyama costumam ocupar áreas de aproximadamente 100m² cada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A neve é um elemento tão presente no dia a dia do Japão, que os japoneses até desenvolveram um glossário dedicado a descrever suas diversas formas – seja a neve fina que parece pó, seja a neve macia que se assemelha a um </span><i><span style="font-weight: 400;">mochi </span></i><span style="font-weight: 400;">(bolinho de arroz glutinoso). </span></p>
<p>Assim como a neve, o sal<span style="font-weight: 400;"> também é especial no dia a dia dos japoneses. Embora o Japão seja um país cercado por mar, o seu ambiente não é propício à produção de sal. Por isso, desde tempos antigos, a produção de sal é feita por um método que consiste em duas etapas: a concentração da água do mar em salinas, e o processo de evaporação por meio da fervura. Esse método permanece em prática até hoje, mesmo que a produção seja feita majoritariamente de forma industrializada. Além de ser utilizado como tempero e conservante, o sal também é um objeto ritualístico na tradição xintoísta. A prática popular de criar pequenos montes de sal e deixá-los perto das entradas das casas, estabelecimentos ou santuários, como forma de atrair boa sorte e afastar os maus espíritos é chamada de </span><i><span style="font-weight: 400;">morishio</span></i><span style="font-weight: 400;"> ou </span><i><span style="font-weight: 400;">morijio. </span></i><span style="font-weight: 400;">Dentre as inúmeras variações de sais encontradas no mundo, a mostra apresenta cinco tipos, originários de diversas regiões do Japão, evidenciando suas diferentes características e granulações.</span></p>
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		<title>Mostra apresenta a cultura das Jeju Haenyeo</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/sopro-do-mar-centro-cultural-coreano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) apresenta a exposição “Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade”. Com curadoria Jinhee Park, a iniciativa é uma realização do CCCB em parceria com o Jeju Haenyeo Museum e apoio da Associação das Jeju Haenyeo. A mostra mergulha no universo das Haenyeo (pronuncia-se ré-nió), mergulhadoras da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB)</b><span style="font-weight: 400;"> apresenta a exposição “Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade”. Com curadoria Jinhee Park, a iniciativa é uma realização do CCCB em parceria com o Jeju Haenyeo Museum e apoio da Associação das Jeju Haenyeo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mostra mergulha no universo das </span><i><span style="font-weight: 400;">Haenyeo</span></i><span style="font-weight: 400;"> (pronuncia-se ré-nió), mergulhadoras da ilha de Jeju, na Coreia do Sul, que há gerações colhem frutos do mar em apneia, sem qualquer equipamento de respiração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As</span><i><span style="font-weight: 400;"> Haenyeo</span></i><span style="font-weight: 400;"> protagonizam uma das tradições mais singulares da Coreia. Reunidas em comunidades, elas mergulham juntas em águas frias e perigosas, vigiando umas às outras e dividindo o conhecimento sobre o ritmo das marés e a colheita marinha, prática conhecida como </span><i><span style="font-weight: 400;">muljil</span></i><span style="font-weight: 400;"> (물질). A particularidade deste modo de vida, marcado pelo cuidado mútuo e pela solidariedade, foi o que levou a cultura das </span><i><span style="font-weight: 400;">Jeju Haenyeo</span></i><span style="font-weight: 400;"> a ser inscrita na lista do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob o conceito &#8220;Nenhum sopro é solitário&#8221;, a exposição convida o público a refletir sobre o significado de viver em comunidade em um tempo marcado pelo hiperindividualismo e pela desconexão. O percurso reúne registros fotográficos e audiovisuais da vida e do trabalho coletivo das mergulhadoras, além da exibição dos </span><i><span style="font-weight: 400;">mulot</span></i><span style="font-weight: 400;"> (물옷), os trajes de mergulho, e de ferramentas utilizadas na pesca.</span><span style="font-weight: 400;">]</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos pontos altos da mostra é a recriação de espaços emblemáticos da paisagem de Jeju. Entre eles, o </span><i><span style="font-weight: 400;">bulteok</span></i><span style="font-weight: 400;"> (불턱), estrutura circular de pedra erguida à beira-mar, onde as </span><i><span style="font-weight: 400;">Haenyeo</span></i><span style="font-weight: 400;"> costumam acender fogueiras para se aquecer, trocar de roupa e secar os trajes antes e depois do mergulho — um lugar de descanso e convívio que simboliza, mais do que qualquer outro, a cultura coletiva das mergulhadoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência sonora ocupa lugar central na proposta expositiva. Vídeos retratam o </span><i><span style="font-weight: 400;">sumbisori</span></i><span style="font-weight: 400;"> (숨비소리), o som inconfundível da respiração que as mergulhadoras emitem ao voltar à superfície depois de longos minutos submersas, somados aos sons do mar e às cenas de trabalho compartilhado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parte dos materiais audiovisuais da exposição foi cedida gratuitamente por Lygia Barbosa e Luciano Candisani, diretora e fotógrafo, respectivamente, responsáveis pelo documentário “Haenyeo, A Força do Mar”, exibido pela TV Cultura e pela National Geographic.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada é gratuita.</span></p>
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		<title>Mostra retrata a trajetória do país na Copa do Mundo</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/brasil-em-todas-mis-experience/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O MIS Experience entra na torcida para a seleção brasileira de futebol conquistar o hexa, com a exposição interativa “Brasil em Todas”. O público fará uma verdadeira imersão na história da “seleção canarinho” nas Copas do Mundo. O Brasil é o maior campeão do torneio, com cinco títulos, além de ser o único país a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>MIS Experience</b><span style="font-weight: 400;"> entra na torcida para a seleção brasileira de futebol conquistar o hexa, com a exposição interativa “</span><a href="https://misexperience.org.br/exposicao/brasil-em-todas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Brasil em Todas</span></a><span style="font-weight: 400;">”. O público fará uma verdadeira imersão na história da “seleção canarinho” nas Copas do Mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil é o maior campeão do torneio, com cinco títulos, além de ser o único país a participar de todas as 23 edições. Com um estilo único de jogo, as equipes brasileiras sempre apresentaram grandes jogadores e protagonizaram situações que marcaram para sempre a história do esporte, consagrando a nação como o “país do futebol”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mergulhar ainda mais na participação brasileira nas Copas do Mundo, o MIS Experience convida o público a vivenciar o futebol de maneira inédita, interativa, divertida e inovadora. O percurso de “Brasil em Todas” apresentará aos visitantes as diferentes realidades do consumo e da prática do futebol ao longo dos anos – com base em hábitos de época, na tecnologia disponível e na realidade de cada participação da seleção nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mostra propõe a interação e a participação do público em diferentes níveis, do ambiente analógico ao digital, a partir de acervos raros e conteúdos exclusivos, com a inclusão de mecânicas especiais relacionadas a cada Copa do Mundo FIFA vencida pelo Brasil (e, 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> O conteúdo do acervo histórico da exposição irá atrair tanto fãs de futebol quanto o público geral. Artigos raros do Museu Seleção Brasileira, da CBF, estarão expostos pela primeira vez em conjunto fora da instituição. Eles incluem registros do surgimento da seleção, em 1914; objetos originais relativos à participação do Brasil em todos os torneios desde 1930, incluindo o troféu de segundo lugar da Copa de 1950; estátua em tamanho real de Pelé e estátua em tamanho real de Zagallo (nunca exibida ao público).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, um espaço dedicado à imprensa traz acervos raros de mídia escrita e fotografia desde 1930, com recortes de jornais e revistas, incluindo veículos já extintos, com notícias e curiosidades sobre a Copa do Mundo ao longo dos anos. Em outra sala dedicada ao rádio, os visitantes terão à disposição fones de ouvido para escutar narrações de jogos históricos em diferentes épocas desde 1950. Já a sala de projeção trará um filme em curta-metragem sobre a participação de Pelé nas seleções que disputaram as Copas de 1958, 1962, 1966 e 1970.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros destaques da mostra incluem uma videoinstalação apresentando a evolução das escalações da seleção ao longo dos anos, com destaque para os clubes de origem de cada atleta; e caricaturas exclusivas de craques de todos os tempos, em grande formato, criadas pelo cartunista Mario Alberto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Nas áreas interativas da exposição, o público terá à disposição seis jogos diferentes customizados em telas gigantes de alta definição, incluindo comandos por voz, toque e movimento. As experiências incluem desde quizzes de conhecimentos sobre a Copa até jogos nos quais os visitantes terão a experiência de estar em um campo de futebol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos para a exposição podem ser adquiridos </span><a href="https://megapass.com.br/eventos/brasil-em-todas" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no website do museu</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para completar o passeio, os visitantes poderão assistir aos principais jogos da Copa do Mundo no Bar do Hexa, espaço que contará com painel de LED de 5m e café com diversas opções de comidas e bebidas (incluindo alcoólicas). As exibições no Bar do Hexa são abertas mesmo para quem não for visitante da exposição, e os ingressos gratuitos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIS Experience.</span></p>
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		<title>Pinacoteca expõe gravuras de Beatriz Milhazes</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/beatriz-milhazes-pinacoteca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:45:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Pinacoteca de São Paulo apresenta “Beatriz Milhazes: gravuras do acervo da Pinacoteca”, no 2º andar do edifício Pina Estação. A exposição reúne pela primeira vez um conjunto de 27 gravuras produzidas entre 1996 e 2019, resultado de sua colaboração com Jean-Paul Rusell, fundador da Durham Press, estúdio de edição de gravuras, livros de artista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Pinacoteca de São Paulo apresenta “</span><a href="https://pinacoteca.org.br/programacao/exposicoes/beatriz-milhazes/"><span style="font-weight: 400;">Beatriz Milhazes: gravuras do acervo da Pinacoteca</span></a><span style="font-weight: 400;">”, no 2º andar do edifício </span><b>Pina Estação</b><span style="font-weight: 400;">. A exposição reúne pela primeira vez um conjunto de 27 gravuras produzidas entre 1996 e 2019, resultado de sua colaboração com Jean-Paul Rusell, fundador da Durham Press, estúdio de edição de gravuras, livros de artista e obras únicas sediado na Pensilvânia, Estados Unidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com curadoria de Renato Menezes, a mostra procura enfatizar os desafios técnicos da gravura e as especificidades das impressões em grande formato. Algumas de suas obras possuem quase 2 metros de largura, combinando múltiplas cores com matrizes diversas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Beatriz Milhazes, grande nome da arte brasileira, é conhecida por seu trabalho que alia rigor geométrico a uma atmosfera sempre festiva, fruto de sua paleta exuberante. A profícua produção da artista é marcada por uma linguagem de notável complexidade e beleza, e pela coerência no modo como consegue transitar entre diferentes técnicas, partindo sempre da pintura, tronco principal de sua produção, até chegar nas gravuras, técnica que pratica com assiduidade desde seu encontro com Rusell.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pinacoteca de São Paulo é o único museu do mundo que possui esse conjunto de trabalhos, que foram doados ao acervo da instituição em 2009 e 2024. As gravuras foram desenvolvidas ao lado de Jean-Paul Rusell, renomado impressor e entusiasta da obra da artista. Nelas, Milhazes utiliza principalmente a serigrafia, técnica que consiste em fazer a tinta passar para a superfície desejada através de um bastidor preparado. O resultado, que é, em geral, chapado e com poucas cores, é subvertido pela artista, que consegue efeitos de transparência e sobreposição, criando situações de profundidade e vibração nas cores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessas obras podem ser vistas estampas florais formando portais, guirlandas e ramos frondosos, parte de seu vocabulário de formas desde o início de suas investigações no campo da pintura. Nas gravuras aparecem também arabescos e formas sinuosas, discos, mandalas e colares de contas, incrementando a tradição geométrica brasileira, da qual também é herdeira. Isso pode ser visto, por exemplo, em Entre o mar e a montanha (1998). Na mostra é possível também perceber o modo como Milhazes monta e remonta as formas, as cores e os espaços aparentemente vazios, como os que aparecem em O pato (1996) e Noite de verão (2006).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ingressos para acessar o museu podem ser reservados </span><a href="https://pinacoteca.byinti.com/#/event/apkRovRBAM6pigktvWe7" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">na plataforma INTI</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Mostra &#8220;Para Falar de Amor&#8221; reocupa prédio histórico</title>
		<link>https://vivaacidadenews.com.br/events/para-falar-de-amor-edificio-cotonificio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro A. Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:15:24 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://vivaacidadenews.com.br/?post_type=events&#038;p=47773</guid>

					<description><![CDATA[<p>mostra &#8220;Para falar de amor&#8221; transforma quatro andares do antigo Edifício Cotonifício, sede do Kura, em um percurso sensorial que articula arte, memória e presença. Construído e projetado pelo arquiteto Jacques Pilon, o prédio, que já funcionou como hotel, passou por um processo de restauro. A mostra marca essa nova fase do espaço, hoje inserido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">mostra &#8220;Para falar de amor&#8221; transforma quatro andares do antigo </span><b>Edifício Cotonifício</b><span style="font-weight: 400;">, sede do Kura, em um percurso sensorial que articula arte, memória e presença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Construído e projetado pelo arquiteto Jacques Pilon, o prédio, que já funcionou como hotel, passou por um processo de restauro. A mostra marca essa nova fase do espaço, hoje inserido em um movimento de retomada cultural do centro de São Paulo, em que iniciativas artísticas vêm ressignificando edifícios históricos e reativando a circulação na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cartaz até 7 de junho, a exposição reúne cerca de 50 artistas. Com curadoria de Saulo di Tarso e Kauê Fuoco, idealizador da plataforma Kura, a exposição propõe mais do que um recorte da arte urbana contemporânea. Ao ocupar integralmente o edifício, constrói um ambiente entre linguagens e histórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia de amor aparece como eixo relacional, capaz de tensionar, aproximar e ressignificar vínculos em um contexto ainda marcado por rupturas. &#8220;O que tem de diferente do passado para agora é que aqui a gente está ressignificando relações, e não só a relação das pessoas com a cidade, mas as relações entre si&#8221;, afirma Saulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo dos andares, obras e instalações evidenciam a arte como processo vivo. Há trabalhos que partem da memória, como os objetos guardados ao longo da trajetória do artista Felipe Yung, conhecido como Flip, e outros que exploram dimensões sensoriais, como as investigações vibracionais de Alexandre Vianna. Nesse conjunto, a fotografia também se afirma como eixo sensível, especialmente no trabalho de Vivian Bera, realizado no Peru, cuja produção nasce da observação das relações humanas, da paisagem, da memória e da relação com a América Latina. Suas imagens operam como deslocamentos afetivos, atravessando o íntimo e o coletivo e propondo uma forma de conexão com o outro. &#8220;Sempre me interessou fotografar tudo aquilo que é mais sensível e que, ao mesmo tempo, é universal&#8221;, destaca a artista ao comentar sua pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do edifício amplia o alcance da mostra. Localizado em uma área de grande circulação, o espaço se abre para o fluxo urbano e se destaca como uma vitrine, onde o encontro com a arte pode acontecer de forma espontânea. Ao mesmo tempo, reforça uma tendência de reocupação do centro, impulsionada por iniciativas que apostam na cultura como ponto de transformação. &#8220;Aqui é um encontro de ativações. Para falar de amor pode acontecer sempre, em qualquer lugar, de toda maneira&#8221;, resume Kauê Fuoco.</span></p>
<p>Os ingressos estão disponíveis <a href="https://www.sympla.com.br/evento/para-falar-de-amor/3398277" target="_blank" rel="noopener">no Sympla</a>. A entrada é gratuita às sextas-feiras, das 13h às 15h (sujeita à capacidade).</p>
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